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Júri de Nova York condena James Toback a indenizar US$ 1,7 bilhão por agressão sexual a 40 mulheres

Júri de Nova York condena James Toback a indenizar 40 mulheres em US$ 1,7 bilhão por agressões sexuais; ex-diretor se declara falido.

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Um júri em Nova York decidiu que James Toback, ex-diretor de Hollywood, deve pagar US$ 1,7 bilhão a 40 mulheres que o processaram por agressão sexual. Cada uma delas receberá US$ 42 milhões. Toback, que tem 80 anos, não compareceu ao julgamento e alegou problemas de saúde, além de se declarar falido, o que levanta dúvidas sobre sua capacidade de pagamento.

As acusações contra ele começaram a surgir após o movimento #MeToo em 2017, quando um artigo do Los Angeles Times o identificou como um assediador. As mulheres afirmaram que ele as abordava em público, prometendo oportunidades de atuação, mas cometia abusos em encontros privados. Durante o julgamento, os jurados ouviram os relatos das vítimas, que vão de final dos anos 1970 até meados dos anos 2000. Após o veredicto, uma das autoras do processo disse que a decisão é uma declaração de que elas não são descartáveis. O tribunal também considerou que Toback agiu de forma imprudente, resultando em indenizações compensatórias e danos punitivos. O próximo passo será avaliar os bens de Toback para tentar garantir que as vítimas recebam o que foi determinado.

Um júri em Nova York determinou que James Toback, ex-diretor de Hollywood, deve pagar US$ 1,7 bilhão em indenizações a quarenta mulheres que o processaram por agressão sexual. Cada uma das vítimas receberá US$ 42 milhões. Toback, de oitenta anos, não compareceu ao julgamento e alegou problemas de saúde, além de se declarar falido, o que levanta dúvidas sobre sua capacidade de pagamento.

As acusações contra Toback surgiram principalmente após o movimento #MeToo em 2017, quando um artigo do Los Angeles Times o identificou como um assediador em série. As mulheres relataram que ele as abordava em público, prometendo oportunidades de atuação, mas cometia abusos em encontros privados. Toback nega as acusações, afirmando não conhecer as vítimas ou que, se as encontrou, foi por pouco tempo.

Durante o julgamento, que durou uma semana, os jurados ouviram os relatos das vítimas, que abrangem um período de final dos anos 1970 até meados dos anos 2000. Uma das autoras, Marianne Hettinger, relatou que Toback a abordou na rua em 1988 e a agrediu em seu apartamento. Outra, Mary Monahan, descreveu uma experiência semelhante nos anos 1990. Após o veredicto, Monahan afirmou: “Este veredicto é mais do que um número — é uma declaração. Nós não somos descartáveis”.

O tribunal também considerou que Toback agiu de forma “imprudente e maliciosa”, resultando em US$ 280 milhões em indenizações compensatórias e US$ 1,4 bilhão em danos punitivos. O próximo passo será avaliar os bens de Toback para tentar garantir que as vítimas recebam as indenizações. O advogado das autoras, Brad Beckworth, afirmou que o objetivo é conseguir o máximo possível para as mulheres.

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