O Ministério Público de São Paulo arquivou o inquérito que investigava estudantes de medicina da Universidade de Santo Amaro (Unisa) por atos obscenos durante um torneio de vôlei feminino em abril de 2023. O promotor Marcelo Buffulin Mizuno informou que as testemunhas não conseguiram identificar os responsáveis e que as imagens divulgadas eram de baixa qualidade, dificultando o reconhecimento dos envolvidos. O incidente ocorreu durante o torneio Calomed, onde vídeos mostraram cerca de 20 alunos com as calças abaixadas. Calouros relataram que foram forçados por veteranos a participar da situação. O Ministério das Mulheres condenou a atitude, chamando-a de “misoginia e violência de gênero”. A Unisa expulsou alguns alunos, mas as expulsões foram revertidas judicialmente. A advogada de dois estudantes alegou que as expulsões foram injustas, pois seus clientes não participaram voluntariamente dos atos. A reversão das expulsões foi vista como uma vitória para os alunos, que enfrentaram prejuízos significativos. Com o arquivamento do inquérito, a situação dos alunos continua incerta, destacando a dificuldade de responsabilizar os envolvidos devido à falta de provas. O caso gerou grande repercussão nas redes sociais e levantou discussões sobre a cultura de trotes nas universidades.
O Ministério Público de São Paulo decidiu arquivar o inquérito que investigava estudantes de medicina da Universidade de Santo Amaro (Unisa) por atos obscenos durante um torneio de vôlei feminino em abril de 2023. O promotor Marcelo Buffulin Mizuno afirmou que as testemunhas não conseguiram identificar os autores e que as imagens divulgadas nas redes sociais eram de baixa qualidade, impossibilitando o reconhecimento dos envolvidos.
O incidente ocorreu durante o torneio Calomed, que reúne calouros de medicina de várias instituições em São Carlos, interior paulista. Vídeos mostraram cerca de 20 alunos com as calças abaixadas, exibindo seus pênis. Calouros relataram que foram coagidos por veteranos a participar da situação. O Ministério das Mulheres se manifestou, condenando a atitude como um exemplo de “misoginia e violência de gênero”.
A Unisa inicialmente expulsou alguns alunos envolvidos, mas as expulsões foram revertidas judicialmente. A advogada Clarissa Höfling, que representa dois dos estudantes, alegou que as expulsões foram arbitrárias e que seus clientes não participaram voluntariamente dos atos, sendo forçados por veteranos. A reversão das expulsões foi considerada uma vitória para os alunos, que enfrentaram prejuízos significativos.
Com o arquivamento do inquérito, a situação dos alunos permanece incerta, mas a decisão do Ministério Público destaca a dificuldade em responsabilizar os envolvidos devido à falta de provas concretas. O caso gerou ampla repercussão nas redes sociais e levantou discussões sobre a cultura de trotes e a necessidade de um ambiente acadêmico mais seguro e respeitoso.
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