Ernesto Fonseca Carrillo, conhecido como Don Neto, foi libertado após mais de 26 anos na prisão por crimes relacionados ao narcotráfico. Agora, aos 95 anos, ele vive em uma casa de luxo em Atizapán, no Estado do México. A DEA, agência americana de combate às drogas, ainda o considera um fugitivo, mesmo com sua saúde debilitada. Durante seu tempo na prisão, Don Neto enfrentou muitas dificuldades, como problemas de saúde e falta de acesso a medicamentos. Ele foi um dos fundadores do Cartel de Guadalajara, que mudou o cenário do narcotráfico no México, mas o cartel foi desmantelado após o sequestro e assassinato do agente da DEA, Enrique Kiki Camarena, em 1985. Atualmente, Don Neto vive cercado de segurança em sua nova residência, e embora a presidente do México tenha dito que não há ordem de extradição contra ele, a DEA ainda o classifica como “armado e perigoso”. Sua vida agora é marcada por doenças e incertezas sobre o futuro.
Ernesto Fonseca Carrillo, conhecido como Don Neto, foi libertado após cumprir mais de 26 anos de prisão por crimes relacionados ao narcotráfico. Aos 95 anos, ele vive em uma casa de luxo em Atizapán, no Estado do México. A Administração de Controle de Drogas dos Estados Unidos (DEA) ainda o considera um fugitivo, apesar de sua saúde debilitada.
Durante sua longa estadia na prisão, Don Neto enfrentou diversas dificuldades, incluindo problemas de saúde e restrições severas. Sua filha, Esther, relatou que ele passou anos sem acesso a medicamentos e até mesmo à Bíblia. Em 2011, ele foi transferido para um novo presídio, onde as condições não melhoraram, e sua saúde continuou a se deteriorar.
Don Neto foi um dos fundadores do Cartel de Guadalajara, que revolucionou o narcotráfico no México. Ele e seus associados, como Miguel Ángel Félix Gallardo e Rafael Caro Quintero, estabeleceram laços com cartéis colombianos, diversificando suas operações. O cartel foi desmantelado após o sequestro e assassinato do agente da DEA, Enrique Kiki Camarena, em 1985.
Atualmente, Don Neto reside em uma mansão em um condomínio de luxo, cercado por segurança. Embora a presidente do México, Claudia Sheinbaum, tenha afirmado que não há ordem de extradição contra ele, a DEA ainda o mantém em sua lista de fugitivos, descrevendo-o como “armado e perigoso”. Sua vida agora é marcada por doenças e um futuro incerto.
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