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Polícia Civil remove portões irregulares em Rio das Pedras, combatendo extorsão da milícia

Milícia em Rio das Pedras impõe novas taxas com portões irregulares; operação da polícia busca restaurar a livre circulação na comunidade.

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A Polícia Civil e a Secretaria Municipal de Ordem Pública do Rio realizaram uma operação em Rio das Pedras para remover cinco portões que foram instalados de forma irregular pela milícia local. Os criminosos estavam cobrando R$ 400 para entregar as chaves aos moradores, como parte de uma nova forma de extorsão. Os portões, que foram retirados principalmente na Avenida Engenheiro Souza Filho, permitiam que a milícia cobrasse uma taxa mensal de R$ 50 de todos os residentes, que somam cerca de 50 mil pessoas. Além disso, a milícia já impõe taxas por serviços essenciais, como segurança, gás e internet. O delegado responsável pela investigação, Marcos André Buss, afirmou que as investigações estão progredindo, mas os moradores continuam a viver com medo, enfrentando ameaças e intimidações. A milícia já havia instalado cerca de 15 portões e planejava aumentar esse número para 80, mas a operação do poder público interrompeu temporariamente esses planos.

A Polícia Civil e a Secretaria Municipal de Ordem Pública do Rio realizaram uma operação em Rio das Pedras nesta segunda-feira (14) para remover cinco portões irregulares instalados pela milícia local. Os criminosos cobravam R$ 400 pela entrega das chaves aos moradores, parte de uma nova estratégia de extorsão.

Os portões, que foram retirados principalmente na Avenida Engenheiro Souza Filho, permitiam a cobrança de uma taxa mensal de R$ 50 a todos os residentes da comunidade, que abriga cerca de 50 mil pessoas. Além disso, a milícia já impõe taxas por serviços essenciais, como segurança, gás e internet.

O delegado Marcos André Buss, responsável pela investigação, afirmou que as investigações estão avançadas, mas os moradores continuam a viver sob ameaça. “Ainda está na base da ameaça, de forma truculenta, com arma na cara e humilhação na frente da família”, disse um dos moradores, que preferiu não se identificar.

A milícia já havia instalado cerca de 15 portões e planejava aumentar esse número para 80. A operação do poder público interrompeu temporariamente esse planejamento, mas a situação de medo persiste entre os moradores, que enfrentam constantes cobranças e intimidações.

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