Diego Souza Sena e Bruno Rodrigues Neto Félix, dois brasileiros presos na França, estão usando redes sociais para compartilhar suas experiências na prisão. Diego, de 26 anos, foi preso em Paris com 1,180 quilo de cocaína que engoliu. Ele vive na penitenciária de Nanterre, onde divide uma cela de 12 metros quadrados com outros prisioneiros. Apesar das dificuldades, como banhos limitados e comida ruim, ele prefere a prisão na França em comparação ao Brasil. Bruno, de 34 anos, é um estelionatário que já cumpriu seis anos de pena e foi preso por comprar 600 iPhones com identidades falsas. Ele fala sobre sua vida criminosa e trabalha servindo refeições na prisão, esperando sair em breve. Ambos conseguiram celulares por meio de drones de cúmplices do lado de fora, e os aparelhos são revendidos dentro da prisão por cerca de 500 euros. Diego e Bruno afirmam que a punição para quem é pego com celulares é de três meses a mais na pena.
Dois brasileiros, Diego Souza Sena e Bruno Rodrigues Neto Félix, tornaram-se influenciadores digitais enquanto cumprem pena na França. Diego, preso por tráfico de drogas, e Bruno, por estelionato, compartilham suas rotinas nas redes sociais, utilizando celulares que conseguiram entrar na prisão.
Diego, de 26 anos, foi detido em Paris com 1,180 quilo de cocaína em cápsulas que engoliu. Ele relata as condições na penitenciária de Nanterre, onde divide uma cela de 12 metros quadrados com outros prisioneiros. Apesar das dificuldades, como banhos limitados e comida de baixa qualidade, ele afirma que prefere a prisão na França a uma no Brasil.
Bruno, de 34 anos, é um estelionatário que já cumpriu seis anos de pena. Ele foi preso após adquirir 600 iPhones com identidades falsas. Em suas postagens, Bruno fala sobre sua vida no crime e a rotina na prisão, onde trabalha servindo refeições a outros detentos. Ele espera sair em breve, já que cumpre requisitos para remissão de pena.
Ambos os presos conseguiram celulares por meio de drones operados por cúmplices do lado de fora. Os aparelhos são revendidos dentro da prisão, com preços que podem chegar a 500 euros. Diego e Bruno afirmam que a punição para quem é flagrado com celulares é de três meses a mais na sentença.
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