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Filhos de condenados por crimes notórios buscam retirar sobrenome dos pais na Justiça

Filhos de condenados por crimes notórios buscam na Justiça a remoção de sobrenomes, visando escapar do estigma social. Recentemente, o STJ autorizou a exclusão do sobrenome de Cristian Cravinhos e a filha de Elize Matsunaga também tenta desvincular-se da mãe. Entenda os critérios legais para essa mudança.

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Filhos de pessoas condenadas por crimes famosos, como Cristian Cravinhos e Elize Matsunaga, estão pedindo na Justiça para tirar o sobrenome dos pais. O Superior Tribunal de Justiça (STJ) já permitiu que o filho de Cravinhos removesse seu sobrenome, e a filha de Matsunaga também está tentando fazer o mesmo. A Justiça aceita esses pedidos quando não há laços afetivos ou biológicos, quando há erro no registro ou quando o pai ou a mãe cometeu um crime conhecido. A advogada Vanessa Netto explica que isso ajuda a proteger a dignidade da pessoa e a evitar constrangimentos. No caso de Cristian, que foi condenado a 38 anos de prisão por matar os pais de Suzane Von Richthofen, o filho disse que não teve uma relação com ele e sofreu constrangimentos por causa do crime. A filha de Elize, que foi condenada por esquartejar o marido, está sendo criada pelos avós paternos e também quer tirar o sobrenome da mãe. Outros casos semelhantes incluem os filhos de Anna Carolina Jatobá e Alexandre Nardoni, que também conseguiram remover seus sobrenomes. A Justiça tem aceitado mais esses pedidos, considerando o impacto emocional que os sobrenomes podem causar.

Filhos de condenados por crimes de grande repercussão, como Cristian Cravinhos e Elize Matsunaga, têm buscado na Justiça a remoção do sobrenome dos pais. Recentemente, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) autorizou que o filho de Cravinhos retirasse seu sobrenome, enquanto a filha de Matsunaga também tenta desvincular-se da mãe.

A Justiça permite a exclusão do sobrenome em casos onde não há laço afetivo ou biológico, erro no registro ou quando o genitor cometeu crimes conhecidos publicamente. Segundo a advogada Vanessa Netto, essa medida visa proteger a dignidade da pessoa humana e evitar constrangimentos sociais. O cartório exige justificativa e autorização judicial para efetivar a exclusão.

No caso de Cristian Cravinhos, condenado a 38 anos de prisão pelo assassinato dos pais de Suzane Von Richthofen, o filho alegou falta de relação e constrangimento ao longo da vida. O jovem teve contato com o pai apenas três vezes em 26 anos. A filha de Elize Matsunaga, condenada por esquartejar o marido, busca também a remoção do sobrenome, sendo criada pelos avós paternos.

Outros casos semelhantes incluem os filhos de Anna Carolina Jatobá e Alexandre Nardoni, que também passaram pelo processo de exclusão do sobrenome. A Justiça tem se mostrado mais receptiva a esses pedidos, considerando o impacto emocional e social que os sobrenomes podem causar.

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