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Polícia desarticula organização criminosa que alicia adolescentes para crimes cibernéticos

Operação Adolescência Segura desarticula organização criminosa que aliciava jovens para crimes cibernéticos em sete estados.

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A Operação Adolescência Segura prendeu dois homens e apreendeu sete menores envolvidos em uma organização criminosa que comete crimes cibernéticos contra crianças e adolescentes em sete estados. A Polícia Civil do Rio de Janeiro liderou a ação, que buscou desmantelar um grupo que alicia jovens oferecendo recompensas por atos criminosos. O delegado Cristiano Maia afirmou que essa operação é um passo importante no combate a crimes que afetam a vulnerabilidade dos jovens. Entre os crimes investigados estão tentativa de homicídio, indução ao suicídio e armazenamento de pornografia infantil. A investigação começou após um ataque a um morador de rua, que sofreu queimaduras graves. O grupo usava a plataforma Discord, criada para gamers, para transmitir ao vivo atos de violência e automutilação. Após denúncias, o Discord aumentou suas medidas de segurança, mas os criminosos mudaram para aplicativos com menos controle. A operação contou com apoio de agências dos Estados Unidos e abrangeu estados como São Paulo e Minas Gerais, com investigações em andamento para identificar outros membros da organização. O Discord se comprometeu a combater redes de ódio e violência em sua plataforma.

A Operação Adolescência Segura resultou na prisão de dois homens e na apreensão de sete menores, desarticulando uma organização criminosa que promove crimes cibernéticos contra crianças e adolescentes em sete estados. A ação, realizada pela Polícia Civil do Rio de Janeiro, ocorreu nesta terça-feira e visou desmantelar um grupo que alicia jovens oferecendo recompensas por atos criminosos.

O delegado Cristiano Maia, da Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (DCAV), destacou que a operação é um marco no combate a crimes que afetam a vulnerabilidade de crianças e adolescentes. Entre os delitos investigados estão tentativa de homicídio, indução ao suicídio, armazenamento de pornografia infantil e apologia ao nazismo. A investigação começou após um ataque a um morador de rua, que resultou em queimaduras graves.

A plataforma Discord, inicialmente criada para gamers, foi utilizada para a execução e transmissão ao vivo de crimes, como automutilação e violência. O grupo criminoso se aproveitou da falta de moderação e da natureza efêmera dos conteúdos na plataforma. Após denúncias, o Discord intensificou suas medidas de segurança, mas os criminosos migraram para aplicativos com menos vigilância.

A operação contou com o apoio de agências dos Estados Unidos e abrangeu estados como São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. As investigações continuam para identificar outros membros da organização. O Discord afirmou que está comprometido em combater redes de ódio e violência em sua plataforma.

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