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Médica de São Paulo sofre grave ataque durante corrida e reflete sobre a insegurança na cidade

Médica de 67 anos é agredida durante assalto em São Paulo e enfrenta sequelas físicas, gerando debate sobre segurança no bairro.

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Marília Dalprá, uma médica de 67 anos, foi atacada enquanto corria no Parque Continental, em São Paulo, há pouco mais de um mês. Dois homens em uma moto tentaram assaltá-la, resultando em quatro costelas quebradas e um pulmão comprometido. Durante a agressão, Marília foi mordida na mão ao tentar proteger sua aliança e sofreu chutes enquanto estava no chão. Um dos assaltantes foi preso, mas o outro ainda está foragido. Apesar de uma queda nos índices de roubo na região, a violência tem gerado preocupação entre os moradores. Marília, que costumava correr antes do amanhecer, agora enfrenta dificuldades para retomar sua rotina e sente falta de ar. Ela planeja voltar a correr, mas apenas após o amanhecer, devido ao medo. Sua família sugere que ela se mude para um condomínio fechado. A comunidade local tem demonstrado apoio, mas Marília se sente presa em seu próprio bairro e lamenta a perda da liberdade de correr na rua.

A médica Marília Dalprá, de 67 anos, foi agredida durante uma tentativa de assalto enquanto corria no Parque Continental, em São Paulo, há pouco mais de um mês. O ataque, realizado por dois homens em uma moto, resultou em quatro costelas quebradas e um pulmão comprometido. Marília foi mordida na mão ao tentar proteger sua aliança e sofreu chutes enquanto estava no chão.

Um dos assaltantes foi preso preventivamente, identificado como o piloto da motocicleta. As investigações, conduzidas pelo 93º Distrito Policial, buscam localizar o segundo envolvido. Apesar da queda nos índices de roubo em 2024, a violência tem gerado preocupação entre os moradores da região, levando a discussões sobre segurança pública.

Marília, que costumava correr antes do amanhecer, agora enfrenta dificuldades para retomar sua rotina. Ela relatou que, após o ataque, passou a sentir falta de ar e teve que mudar suas medicações. A médica planeja voltar a correr, mas apenas após o amanhecer, devido ao medo gerado pela agressão. A família dela, preocupada, sugere uma mudança para um condomínio fechado.

A comunidade do Parque Continental demonstrou solidariedade, com vizinhos oferecendo apoio e ajuda. Marília, que já havia enfrentado um furto em sua casa, agora se sente prisioneira em seu próprio bairro. “É triste não ter a liberdade de correr na rua,” afirmou, refletindo sobre a mudança em sua percepção de segurança.

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