Quatro policiais da PRF morreram em um acidente na Avenida Brasil, no Rio de Janeiro, na madrugada de sexta-feira. Eles estavam em uma picape que perdeu o controle durante uma perseguição a motociclistas, colidiu com um carro e caiu de um viaduto. Os agentes não estavam usando cinto de segurança, o que é uma infração, mas é recomendado para facilitar a saída em emergências. O Corpo de Bombeiros foi chamado para o resgate, mas os policiais foram arremessados do veículo. A PRF decretou luto oficial de três dias e lamentou a perda, destacando que os agentes eram casados e tinham filhos.
Acidente com policiais da PRF deixa quatro mortos no Rio de Janeiro
Quatro agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) morreram em um acidente na Avenida Brasil, na madrugada desta sexta-feira. O acidente ocorreu após a picape em que os policiais viajavam perder o controle, colidir com um carro e cair de um viaduto, na altura de Parada de Lucas, Zona Norte do Rio.
De acordo com investigações da 38ª DP (Brás de Pina), os policiais não utilizavam cinto de segurança. A prática, embora seja uma infração grave, é recomendada entre agentes para facilitar a saída rápida em situações de emergência, como tiroteios.
Agentes em perseguição
Testemunhas relataram que os policiais perseguiam motociclistas quando o acidente aconteceu. A picape da PRF, descrita como pesada e de suspensão dura, teria colidido com a traseira de um carro de passeio.
O Corpo de Bombeiros foi acionado por volta de 1h30 e equipes de diversos quartéis participaram do resgate. Os corpos de Diego Abreu de Figueiredo, de 46 anos, Rodrigo Pizetta Fraga, de mesma idade, Carlos Eduardo Mariath Macedo, de 41 anos, e Yuri Zarjitsky Carvalho, de 31 anos, foram arremessados para fora do veículo.
Luto oficial e solidariedade
A Polícia Rodoviária Federal decretou luto oficial de três dias em solidariedade às famílias dos agentes. Em comunicado, a PRF expressou que a dor é “irreparável”. Os três policiais mortos eram casados e tinham filhos.
Diego Abreu de Figueiredo ingressou na corporação em janeiro de 2022 e estava lotado na Delegacia do Rio de Janeiro. Carlos Eduardo Mariath Macedo estava na PRF desde 2017 e trabalhava na Delegacia de Duque de Caxias, assim como Rodrigo Pizetta Fraga.
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