Mateus Carvalho, um brasileiro de 27 anos, foi preso em Portugal suspeito de matar Manuel Gonçalves, um estudante português de 19 anos, após uma briga em um bar em Braga. O tribunal decidiu pela prisão preventiva de Mateus, que nega ter cometido o crime. A faca usada no ataque foi encontrada, mas o DNA ainda não foi identificado. Mateus estava prestes a deixar o país quando foi detido pela polícia. Ele já tem um histórico criminal nos Estados Unidos e sua defesa afirma que ele é alvo de boatos nas redes sociais. O crime aconteceu depois que Manuel alertou a segurança do bar sobre tentativas de colocar drogas nas bebidas de mulheres. Ele foi esfaqueado e não sobreviveu aos ferimentos. O bar onde ocorreu o crime foi incendiado, possivelmente por um ataque com coquetéis molotov, e a polícia está investigando o caso.
Brasileiro é preso preventivamente em Portugal sob suspeita de homicídio
O brasileiro Mateus Carvalho, de 27 anos, foi detido preventivamente em Portugal após ser acusado de matar o estudante português Manuel Gonçalves, de 19 anos. A decisão foi tomada após depoimento no Tribunal de Famalicão, no Norte do país, neste sábado.
De acordo com o advogado de Mateus, António Falé de Carvalho, o cliente nega ser o autor das facadas. A arma do crime foi encontrada, mas o DNA ainda não foi identificado, e seria, segundo a defesa, de propriedade da vítima.
O suspeito, que já foi condenado nos Estados Unidos por envolvimento com uma gangue de assaltantes, estava se preparando para deixar o país quando foi preso pela Polícia Judiciária. A defesa alega que Mateus foi alvo de boatos nas redes sociais, e pretende apresentar documentos que comprovem a disseminação de informações falsas no Instagram e TikTok.
O presidente da República portuguesa, Marcelo Rebelo de Sousa, expressou solidariedade à família de Manuel Gonçalves e afirmou esperar que a justiça seja feita. “Espera que seja feita justiça”, disse o presidente em comunicado.
O crime ocorreu na madrugada de sábado, após uma discussão em um bar em Braga. Testemunhas relatam que o grupo do qual Mateus fazia parte tentou adicionar substâncias alucinógenas nas bebidas de mulheres, prática conhecida como “minanço”. Manuel teria alertado a segurança do bar, o que teria desencadeado a agressão. O português foi esfaqueado em uma das axilas e no peito, e não resistiu aos ferimentos.
O bar onde o crime ocorreu foi incendiado, com suspeita de ataque com coquetéis molotov, destruindo parte do estabelecimento. A polícia investiga o caso.
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