Tula Mello, juíza e esposa do policial João Pedro Marquini, que foi assassinado em março de 2025 durante uma tentativa de assalto, compartilhou um relato emocionante sobre sua perda. O crime aconteceu na Avenida Artur Xexéo, no Rio de Janeiro, quando o casal foi abordado por criminosos enquanto buscava um carro. João Pedro, que estava em serviço e havia pedido reforço, foi baleado. Tula relembrou momentos antes da tragédia, quando planejavam a festa de aniversário da avó dele. Em sua publicação nas redes sociais, ela expressou sua dor e saudade, dizendo que não há mais festa nem João em sua vida. Um dos suspeitos do crime foi morto e outro está preso, enquanto a polícia procura por Walace Andrade de Oliveira, cujas digitais foram encontradas no carro usado pelos assaltantes. Tula também falou sobre o orgulho de ter sido casada com um policial dedicado.
Juíza Tula Mello publica relato emocionante sobre a morte do marido, policial João Pedro Marquini. O crime ocorreu em março de 2025, durante uma tentativa de assalto em que o policial foi baleado enquanto buscava um carro com a esposa.
O casal foi surpreendido por criminosos na Avenida Artur Xexéo, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Segundo a juíza, eles haviam optado por um trajeto alternativo para evitar uma blitz. O policial chegou a pedir reforço antes de ser atingido por disparos.
Tula Mello compartilhou o relato nas redes sociais, acompanhado de fotos e vídeos do agente. Ela relembrou os momentos antes da tragédia, quando planejavam os detalhes da festa de aniversário da avó de Marquini.
A publicação expressa a dor e a saudade da juíza. “Não tem mais festa. Não tem mais João. Voltei sem ele, sem o chão… sem a vida”, escreveu. Ela também mencionou que o marido havia estreado um novo uniforme da Core no dia do crime.
Um suspeito foi morto e outro está preso pela participação no crime. A polícia continua a busca por Walace Andrade de Oliveira, cujas digitais foram encontradas no veículo utilizado pelos criminosos.
A juíza destacou o orgulho de ter convivido com um policial dedicado. “Marquini sabia. Eu sei. E desejo forças para continuarem combatendo o bom combate”, concluiu. O policial era identificado como Falcão 116 na Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core).
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