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Ataque brutal em centro de reabilitação no México deixa nove mortos, incluindo diretor

Agressores armados atacam Centro de Reabilitação em Sinaloa, deixando nove mortos, incluindo o diretor. A violência cresce na região.

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Nove pessoas foram mortas em um ataque a tiros no Centro de Reabilitação Shaddai, em Sinaloa, México, na madrugada de 7 de abril. O diretor do centro, Raúl Ponce, estava entre as vítimas. Horas depois, o fundador Guillermo Rodríguez Gaxiola foi sequestrado e encontrado morto. Os agressores invadiram o local por volta das duas da manhã, e Ponce pediu ajuda, explicando que o centro ajudava pessoas em recuperação, mas foi ignorado. Vários feridos, com idades entre 21 e 53 anos, estão sendo tratados em hospitais locais. Um sobrevivente disse que o número de vítimas poderia ter sido maior se uma arma dos atacantes não tivesse falhado. Rodríguez Gaxiola, de 55 anos, era respeitado na comunidade cristã e dedicou sua vida à reabilitação de dependentes químicos. Esse ataque acontece em um momento de crescente violência em Sinaloa, onde mais de mil pessoas morreram em confrontos entre cartéis desde setembro de 2024, e iniciativas sociais são vistas como ameaças pelos grupos criminosos.

Ataque a centro de reabilitação no México deixa 10 mortos

Nove pessoas foram mortas em um ataque a tiros no Centro de Reabilitação Shaddai, no estado de Sinaloa, México, na madrugada de 7 de abril. O diretor da instituição, Raúl Ponce, estava entre as vítimas. Horas depois, o fundador do centro, Guillermo Rodríguez Gaxiola, foi encontrado morto após ser sequestrado.

Segundo relatos de sobreviventes, homens armados invadiram o local por volta das duas da manhã. Ponce teria implorado por misericórdia, informando que o centro abrigava apenas pessoas em recuperação, mas o pedido foi ignorado.

O ataque deixou também vários feridos, com idades entre 21 e 53 anos, que estão sendo tratados em hospitais locais. Um sobrevivente relatou que o número de vítimas poderia ter sido maior se o rifle de um dos agressores não tivesse falhado.

Rodríguez Gaxiola, de 55 anos, era uma figura respeitada na comunidade cristã de Culiacán, em Sinaloa. Ele dedicou sua vida à reabilitação de dependentes químicos e liderava a União de Redes de Centros de Reabilitação em Sinaloa.

O caso ocorre em um contexto de violência crescente em Sinaloa, onde mais de mil pessoas morreram em confrontos entre cartéis desde setembro de 2024. Iniciativas sociais baseadas na fé são vistas como ameaças pelos grupos criminosos.

“As igrejas estão perdendo membros. As pessoas pararam de se reunir”, declarou David Durán, pastor local e voluntário da organização Portas Abertas. A violência ameaça a vida cotidiana e as práticas religiosas na região.

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