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Fotojornalista Fatima Hassoune é morta em ataque israelense um dia após seleção para Cannes

Fotojornalista Fatima Hassoune, assassinada em ataque israelense, tinha documentário selecionado para Cannes. A tragédia destaca a insegurança em Gaza.

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A fotojornalista Fatima Hassoune, que iria apresentar um documentário sobre o conflito em Gaza no Festival de Cannes, foi morta em um ataque do exército israelense. O ataque aconteceu logo após o anúncio de que seu trabalho seria exibido no festival, que ocorrerá entre 14 e 23 de maio. Hassoune era conhecida por seu fotojornalismo, que mostrava o impacto da campanha militar israelense na população civil de Gaza. O documentário, intitulado “Put Your Soul On Your Hand And Walk”, foi dirigido por Sepideh Farsi, que expressou preocupação com a segurança de Hassoune e estava em contato com a Embaixada da França para tentar garantir sua segurança. Apesar do convite para Cannes, Hassoune queria voltar a Gaza. O assassinato dela acontece meses depois do sequestro e tortura do cineasta Hamdan Ballal, que também foi ignorado publicamente pela Academia do Oscar.

Fotojornalista que exibiria filme em Cannes é morta em ataque israelense

A fotojornalista Fatima Hassoune, que participaria do Festival de Cannes com um documentário sobre o conflito em Gaza, foi assassinada em um ataque do exército israelense na semana passada. A notícia ocorre após o anúncio da seleção de seu trabalho para a mostra paralela do festival, que será realizada entre 14 e 23 de maio.

Hassoune ganhou destaque internacional por seu fotojornalismo, que documenta o impacto da campanha militar israelense sobre a população civil na Faixa de Gaza. Ela aparece no documentário “Put Your Soul On Your Hand And Walk”, dirigido por Sepideh Farsi.

A obra é centrada em conversas em vídeo entre Farsi e Hassoune, iniciadas durante a pesquisa de um documentário mais amplo sobre os eventos em Gaza. A diretora expressou preocupação com a segurança da fotojornalista.

“Eu já estava em contato com a Embaixada da França. Tínhamos acabado de iniciar o processo. Eu estava preocupada em como tirá-la e trazê-la de volta em segurança”, relatou Farsi ao site Deadline. A cineasta também mencionou que Hassoune expressou o desejo de retornar a Gaza, mesmo após o convite para Cannes.

O assassinato de Hassoune ocorre meses após o sequestro e a tortura do cineasta Hamdan Ballal, vencedor do Oscar pelo documentário “Sem Chão”, pelo exército israelense. A Academia do Oscar se recusou a apoiar publicamente o diretor palestino.

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