Ahmad Hassanzada, ex-lutador do UFC, foi acusado de seis crimes sexuais contra crianças em uma audiência no Tribunal Superior de Sacramento, Califórnia. As acusações incluem atos obscenos com menores entre 14 e 15 anos e também com crianças menores de 14 anos, ocorridos entre fevereiro de 2024. O lutador, que faz parte da equipe Team Alpha Male, não quis ler as acusações e aguarda uma audiência sobre fiança e liberdade condicional, marcada para 30 de abril. Ele está preso com fiança de 400 mil dólares. O UFC decidiu romper seu contrato com ele, que estava programado para estrear em 26 de abril. Além de Hassanzada, Khairullah Kakar, seu colega de treinos, também enfrenta acusações de atos lascivos com menores de 14 anos, ocorridos entre dezembro de 2023 e janeiro de 2024, e ele também está detido sob a mesma fiança. As investigações começaram no início de 2024, mas os detalhes do caso são mantidos em sigilo.
Ahmad Hassanzada, ex-lutador do UFC, foi formalmente acusado de seis crimes sexuais contra crianças durante audiência no Tribunal Superior de Sacramento, na Califórnia. As acusações incluem quatro delitos de atos obscenos com menores entre 14 e 15 anos e dois casos envolvendo crianças menores de 14 anos. Os episódios ocorreram entre 9 e 27 de fevereiro de 2024, conforme informou o juiz Benjamin Cassidy.
O lutador, que faz parte da equipe Team Alpha Male, renunciou à leitura formal das acusações e aguarda uma audiência sobre fiança e liberdade condicional, marcada para 30 de abril. Ele está detido sob fiança de US$ 400 mil (cerca de R$ 2,3 milhões). A prisão de Hassanzada ocorreu dias antes de sua estreia no UFC, programada para 26 de abril.
O UFC anunciou o rompimento de seus laços com o atleta após a divulgação das acusações. O lutador havia assinado contrato com a organização em setembro de 2024 e seria escalado para enfrentar Mitch Ramirez no evento UFC Kansas City. O Departamento de Polícia de Sacramento iniciou as investigações no início de 2024, mantendo sigilo sobre detalhes devido à “natureza sensível” do caso.
Além de Hassanzada, Khairullah Kakar, colega de treinos, também enfrenta acusações de atos lascivos com menores de 14 anos. Os crimes atribuídos a Kakar ocorreram entre dezembro de 2023 e janeiro de 2024, e ele permanece detido sob a mesma fiança. As autoridades confirmaram a existência de pelo menos uma vítima, mas não divulgaram informações específicas sobre as denúncias.
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