Ricardo Castro Rocha, um estudante de medicina de 25 anos, desapareceu no dia 16 de abril após pegar um voo para a Rússia e não teve mais contato com a família. Eles registraram seu desaparecimento na Polícia Civil do Paraná e na Polícia Nacional Paraguaia. Ricardo estava estudando em Ciudad del Este, no Paraguai, e partiu do aeroporto de Foz do Iguaçu com duas malas, fazendo uma escala em São Paulo antes de seguir para Moscou. A última mensagem que enviou para a família dizia que não os veria por cinco anos, o que levantou dúvidas sobre sua autenticidade, já que a advogada da família, Celia Martinez, comentou que a forma como a mensagem foi escrita não parecia com o estilo dele. A Polícia Federal do Brasil está ajudando nas investigações, que estão sendo feitas em conjunto com o Ministério Público do Paraguai, mas ainda não foi confirmado se Ricardo chegou ao seu destino. Um amigo que o levou ao aeroporto disse que ele não mencionou a viagem e que as malas eram, segundo ele, presentes para os pais. As investigações continuam e a família aguarda notícias sobre Ricardo.
O estudante de medicina brasileiro Ricardo Castro Rocha, de 25 anos, desapareceu no dia 16 de abril após embarcar em um voo para a Rússia. Desde então, não houve contato com a família, que registrou o desaparecimento junto à Polícia Civil do Paraná e à Polícia Nacional Paraguaia.
Ricardo, que estuda em Ciudad del Este, no Paraguai, partiu do aeroporto de Foz do Iguaçu, com duas malas, e fez escala em São Paulo antes de seguir para Moscou. A última mensagem enviada à família indicava que ele não os veria por cinco anos, o que gerou desconfiança sobre sua autenticidade. A advogada da família, Celia Martinez, afirmou que a forma como a mensagem foi escrita não condiz com o estilo de Ricardo.
A Polícia Federal do Brasil informou que está prestando apoio técnico às investigações, que são conduzidas em conjunto com o Ministério Público do Paraguai. As autoridades ainda não confirmaram se Ricardo chegou ao seu destino. Um amigo que o levou ao aeroporto relatou que ele não mencionou a viagem à Rússia e que as malas eram, segundo ele, presentes para os pais.
As investigações seguem em andamento, e a família continua à espera de notícias sobre o paradeiro de Ricardo.
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