Na quinta-feira, a Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu sete pessoas, incluindo a esposa do líder de uma quadrilha, durante a segunda fase da Operação Caminhos do Cobre. A operação desmantelou um esquema de furto e lavagem de dinheiro que envolvia empresários de ferros-velhos e traficantes. Após seis meses de investigação, ficou claro que os criminosos furtavam cabos de energia e telecomunicações, usando técnicos que se disfarçavam de funcionários de concessionárias. Eles realizavam os furtos em subestações e transportavam o cobre em caminhões. Foram apreendidas 200 toneladas de cobre, com um prejuízo estimado de 10 milhões de reais para a quadrilha. O delegado responsável afirmou que os criminosos eram escolhidos por suas habilidades para evitar danos. Os cabos eram levados para comunidades controladas pelo tráfico, onde eram vendidos. Além das prisões, a Justiça bloqueou 200 milhões de reais em contas e bens dos suspeitos, que movimentaram esse valor em dois anos. A concessionária Light registrou 135 quilômetros de fios furtados, afetando o fornecimento de energia. A operação é um avanço na luta contra esse tipo de crime no estado.
Na quinta-feira, a Polícia Civil do Rio de Janeiro deflagrou a segunda fase da Operação Caminhos do Cobre, resultando na prisão de sete pessoas, incluindo a mulher do chefe da quadrilha. A operação desarticulou um esquema sofisticado de furto e lavagem de dinheiro, que envolvia empresários de ferros-velhos e traficantes do Comando Vermelho.
As investigações, que duraram seis meses, revelaram que os criminosos furtavam cabos de energia e telecomunicações, utilizando técnicos especializados que forjavam uniformes e crachás de concessionárias. Os furtos eram realizados em subestações, com o uso de caminhões para transportar os materiais. Durante a operação, foram apreendidas 200 toneladas de cobre, estimando-se um prejuízo de R$ 10 milhões para a quadrilha.
O delegado Jefferson Ferreira, titular da Delegacia de Roubos e Furtos (DRF), destacou que os criminosos eram escolhidos por suas habilidades técnicas, evitando danos durante os furtos. Os cabos eram levados para depósitos em comunidades controladas pelo Comando Vermelho, onde eram desencapados e vendidos a metalúrgicas no Rio e em São Paulo.
Além das prisões, a Justiça bloqueou R$ 200 milhões em contas bancárias e bens dos suspeitos. A quadrilha, que movimentou R$ 200 milhões ao longo de dois anos, também praticava lavagem de dinheiro através de empresas reais e fictícias. O esquema envolvia a divisão dos lucros com o tráfico de drogas, garantindo proteção para a realização dos crimes.
A concessionária Light, uma das vítimas, registrou 135 quilômetros de fios furtados entre 2024 e abril de 2025, causando interrupções no fornecimento de energia e afetando serviços essenciais. A Conexis, sindicato de telecomunicações, também relatou prejuízos significativos devido ao furto de cabos no estado. A operação Caminhos do Cobre II é um passo importante na luta contra esse tipo de crime no Rio de Janeiro.
Entre na conversa da comunidade