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Polícia Militar prende homem procurado por crimes em assentamento de Brazlândia

Polícia Militar do DF captura foragido do PCC em assentamento; MST nega qualquer vínculo com o criminoso e repudia associações.

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A Polícia Militar do Distrito Federal prendeu Rogério Vaz de Oliveira em Brazlândia, a 50 quilômetros de Brasília. Ele era procurado por homicídio e organização criminosa e estava com uma espingarda calibre 12. Rogério foi encontrado em um barraco no assentamento “Zé Pereira”, após a PM receber informações sobre sua localização. Ele alegou que a arma era para espantar animais, embora a área não tenha registros de ataques. O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) negou qualquer ligação com ele e afirmou que não existe nenhum assentamento com esse nome. A PM não confirmou que Rogério fazia segurança do local. O caso será investigado pela 18ª Delegacia da Polícia Civil do DF. O MST ressaltou que associar o movimento a organizações criminosas desrespeita as famílias que lutam pela reforma agrária.

A Polícia Militar do Distrito Federal prendeu, no último domingo, Rogério Vaz de Oliveira em Brazlândia, a 50 quilômetros de Brasília. Ele era procurado por homicídio, organização criminosa e outros crimes, e portava uma espingarda calibre 12 no momento da captura.

Rogério, com uma extensa ficha criminal, foi encontrado em um barraco no assentamento “Zé Pereira”. A prisão ocorreu após informações do Serviço de Inteligência da PMDF sobre a presença de um procurado na região. A arma foi justificada por Rogério como um meio para “espantar animais”, embora a área não registre ataques desse tipo.

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) negou qualquer ligação com Rogério, repudiando tentativas de associá-lo ao movimento. Em nota, o MST afirmou que “não existe e nunca existiu nenhum assentamento com o nome de Zé Pereira” e que o preso não tinha vínculos com a organização.

A PMDF não confirmou informações iniciais de que Rogério estaria fazendo “segurança” do assentamento. O caso será investigado pela 18ª Delegacia da Polícia Civil do DF, que registrou a ocorrência após a prisão. O MST destacou que vincular o movimento a organizações criminosas é um desrespeito às famílias que lutam pela reforma agrária.

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