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Empresário é preso por furtar obras de arte em shopping e hotel na Barra da Tijuca

João Ricardo Mendes, ex-CEO do Hurb, foi preso por furtar obras de arte avaliadas em R$ 23 mil. Ele usou disfarce e admitiu os crimes.

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João Ricardo Mendes, ex-CEO do Hurb, foi preso na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, por roubar obras de arte que valem R$ 23 mil. Ele se disfarçou de operário para cometer os furtos em um hotel de luxo e em um escritório. A polícia o identificou por câmeras de segurança e o encontrou em casa, onde tentava fugir. Mendes confessou os crimes, mas não explicou quem lhe devia as obras. Durante a prisão, foram apreendidas três esculturas e um quadro, enquanto uma peça de R$ 17 mil ainda está desaparecida. Ele foi levado para a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária e a moto usada nos crimes foi confiscada. Mendes fundou o Hurb em 2011, mas renunciou ao cargo de CEO em 2023 após polêmicas e a empresa enfrenta mais de 34 mil processos judiciais. O cadastro do Hurb foi cancelado pelo Ministério do Turismo e seu site foi retirado do ar por ordem judicial.

João Ricardo Mendes, ex-CEO do Hurb, foi preso em flagrante na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, por furtar obras de arte avaliadas em R$ 23 mil. O empresário utilizou um uniforme de operário como disfarce para cometer os crimes em um hotel de luxo e em um escritório.

A prisão ocorreu após a Polícia Civil investigar dois furtos de arte na região. Mendes foi identificado por meio de imagens de segurança e foi encontrado em sua residência, onde tentava fugir. Ele admitiu os furtos, alegando que as obras lhe eram devidas, mas não revelou quem seria o devedor.

No momento da abordagem, os policiais apreenderam três esculturas e um quadro, enquanto uma peça de R$ 17 mil ainda não foi localizada. Mendes foi autuado e encaminhado para a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), onde permanecerá à disposição da Justiça. A motocicleta utilizada nos crimes também foi apreendida.

Mendes, que fundou o Hurb em dois mil e onze, renunciou ao cargo de CEO em 2023 após polêmicas envolvendo comportamentos inadequados com clientes. A empresa, que acumulava mais de 34 mil processos judiciais, teve seu cadastro cancelado pelo Ministério do Turismo e seu site retirado do ar por decisão judicial.

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