O programa Smart Sampa, que começou em julho de 2024, usa 25 mil câmeras para monitorar a segurança em São Paulo. Até 25 de outubro, ele ajudou a prender 1.044 foragidos, incluindo pessoas envolvidas em crimes graves como estupro e homicídio, e localizou 60 desaparecidos. Desde seu início, o programa já registrou 2.289 prisões em flagrante por diversos crimes, como tráfico de drogas. A milésima prisão aconteceu em 14 de abril, quando um homem de 70 anos foi capturado após estar foragido desde 2019. A população aprovou o programa em 89%, com aceitação alta entre todas as idades e classes sociais. O sistema utiliza inteligência artificial para identificar suspeitos e está integrado a órgãos como o Samu e a CET. Além disso, 4.000 câmeras conseguem identificar placas de veículos roubados e o programa colabora com a Secretaria Municipal de Direitos Humanos para ajudar a encontrar desaparecidos.
O programa Smart Sampa, lançado em julho de 2024, utiliza 25 mil câmeras para monitorar a segurança em São Paulo. Até 25 de outubro, o sistema resultou em 1.044 prisões de foragidos, incluindo crimes graves como estupro e homicídio, além de localizar 60 pessoas desaparecidas.
Desde sua inauguração, o Smart Sampa já contabiliza 2.289 prisões em flagrante por diversos delitos, como tráfico de drogas e posse ilegal de armas. A milésima prisão ocorreu em 14 de abril, quando um homem de 70 anos, foragido desde 2019, foi capturado na zona sul. O sistema tem se mostrado eficaz na identificação de criminosos, incluindo integrantes de facções e da máfia chinesa.
Aprovação Popular
Uma pesquisa realizada pelo Centro de Análise de Indicadores e Tendências (CATI) revelou que 89% da população aprova o programa. A aceitação é alta em todas as faixas etárias e níveis de renda, com 78% dos entrevistados cientes do sistema. Além disso, 66% consideram o Prisômetro, um placar de LED que exibe dados sobre as prisões, importante para a segurança pública.
O Smart Sampa opera com inteligência artificial para identificar suspeitos e monitorar áreas estratégicas. As câmeras estão posicionadas em locais de grande circulação e áreas com histórico de criminalidade. Quando uma imagem capturada corresponde a um procurado com 90% de precisão, um alerta é emitido e checado manualmente por especialistas.
Integração com Outros Órgãos
O sistema é integrado ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), à Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) e a órgãos de segurança pública, como as polícias Militar e Civil. Além do reconhecimento facial, 4.000 câmeras têm tecnologia para identificar placas de veículos roubados. O programa também colabora com a Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania (SMDHC) para localizar pessoas desaparecidas.
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