No dia 19, a cadela Chiara, uma vira-lata caramelo de um ano, desapareceu no Rio, e sua tutora disse que ela foi roubada durante um passeio. No entanto, a investigação da 9ª DP revelou que a denúncia era falsa. A polícia encontrou imagens que mostram que Chiara se soltou da coleira e fugiu assustada. O delegado Rafael Barcia informou que a tutora pode ser indiciada por falsa comunicação de crime, o que pode resultar em pena de detenção ou multa. Ele destacou que esse tipo de denúncia prejudica o trabalho da polícia e consome recursos públicos. A cadela ainda não foi encontrada, e a tutora havia relatado que um casal em uma moto a abordou antes do desaparecimento.
No dia 19 de abril, o desaparecimento da cadela Chiara, uma vira-lata caramelo de um ano, gerou grande comoção no Rio de Janeiro. A tutora, Luciene Ribeiro, alegou que o animal havia sido roubado durante um passeio na esquina das ruas Fialho e Santa Cristina, entre a Glória e o Catete.
Após investigações, a 9ª Delegacia de Polícia (DP), localizada no Catete, revelou que a denúncia era falsa. O delegado Rafael Barcia informou que, por meio de imagens de segurança, foi possível constatar que Chiara se soltou da coleira e fugiu assustada. A tutora pode ser indiciada por falsa comunicação de crime, que pode resultar em pena de detenção de um a seis meses ou multa.
Barcia destacou que a falsa comunicação de crime prejudica o trabalho policial, ocupando recursos que poderiam ser utilizados em investigações reais. O caso, que inicialmente gerou uma mobilização popular, acabou se tornando uma prioridade na delegacia, que já enfrenta uma carga de trabalho significativa.
A cadela ainda não foi encontrada. Luciene havia relatado que, durante o passeio, foi abordada por um casal em uma moto, que interagiu com Chiara antes de a mulher descer e levar a cadela de seus braços. Em declarações anteriores, Luciene afirmou ter oferecido dinheiro aos supostos assaltantes, enfatizando a importância de Chiara para sua família.
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