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Pesquisadores encontram marcas de mordidas de leão em esqueleto de gladiador romano

Pesquisadores revelam marcas de mordidas em esqueleto que indicam lutas entre humanos e leões na Roma Antiga, desafiando a visão sobre entretenimento na época.

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Pesquisadores encontraram marcas de mordidas em um esqueleto que indicam que humanos lutaram contra leões na Roma Antiga. O esqueleto de um jovem, encontrado em um cemitério no Reino Unido onde gladiadores podem ter sido enterrados, tinha marcas de mordidas na pelve. Os cientistas compararam essas marcas com mordidas em ossos de cavalos feitas por grandes felinos e descobriram que eram compatíveis com mordidas de leão. Essa descoberta muda a forma como entendemos a cultura de entretenimento na Roma Antiga. Além disso, a Fundação Nacional de Ciências dos EUA enfrenta problemas, com a rescisão de centenas de bolsas de pesquisa e a demissão de seu diretor, em meio a uma crise que já resultou na suspensão de bilhões em financiamentos para universidades.

Pesquisadores descobriram marcas de mordidas em um esqueleto que indicam que humanos lutaram contra leões na Roma Antiga. O esqueleto, encontrado em um cemitério no Reino Unido onde gladiadores podem ter sido enterrados, apresenta marcas de perfuração na pelve. A análise, realizada em parceria com o Zoológico de Londres, comparou as impressões com marcas em ossos de cavalos feitas por grandes felinos, confirmando que as marcas são de leões.

O antropólogo e coautor do estudo, Tim Thompson, afirma que essa descoberta transforma a percepção sobre a cultura de entretenimento romana na região. As evidências físicas corroboram pesquisas anteriores que já sugeriam essa relação entre humanos e grandes felinos.

Crise na NSF

Em meio a essas descobertas, a Fundação Nacional de Ciência dos Estados Unidos (NSF) enfrenta uma crise significativa. Recentemente, a agência cancelou centenas de bolsas de pesquisa e demitiu seu diretor, Sethuraman Panchanathan. A NSF já havia rescindido mais de R$ 6 bilhões em contratos e subsídios de pesquisa em várias universidades, como parte de uma política do governo anterior.

Essas ações têm gerado preocupações sobre a integridade da pesquisa científica, especialmente em um momento em que a utilização de inteligência artificial (IA) em publicações científicas está sendo questionada. Um estudo recente revelou que 13% de quinhentos artigos analisados apresentaram indícios de uso de IA sem a devida divulgação, levantando questões sobre a transparência na pesquisa.

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