Um acidente ocorreu em Madrid durante um apagão, quando uma menina de dez anos foi atropelada por um carro policial sem distintivo. O veículo, que transportava o diretor geral da Polícia Municipal, estava em alta velocidade em uma área com semáforos apagados. Testemunhas relataram que a menina, que estava de uniforme escolar e acompanhada da mãe, tentou atravessar a rua fora da faixa de pedestres. Após o atropelamento, o carro parou e os ocupantes saíram, mas logo voltaram para o veículo quando perceberam que estavam sendo filmados. A menina foi atendida no local e, segundo relatos, sofreu apenas uma contusão na perna. No entanto, o acidente não foi registrado nas bases de dados oficiais da polícia e dos serviços de emergência, levantando preocupações sobre a transparência das informações. Um porta-voz da polícia confirmou que o acidente aconteceu, mas não pôde fornecer mais detalhes, alegando que o relatório oficial poderia demorar até dez dias para ser disponibilizado.
Uma menina de dez anos foi atropelada por um carro policial sem distintivo em Madrid, uma hora após o início de um grande apagão que afetou a cidade. O acidente ocorreu no Paseo de Extremadura, onde o tráfego estava desordenado devido à falta de semáforos. O veículo, que transportava o diretor geral da Polícia Municipal, Pablo Enrique Rodríguez, estava em alta velocidade, segundo testemunhas.
O acidente aconteceu por volta das 13h30. A menina, que estava com sua mãe, tentava atravessar a rua quando foi atingida. Apesar do tumulto gerado, a criança sofreu apenas uma contusão na perna e foi atendida no local. A mãe e a filha deixaram a cena a pé, conforme relatos de pessoas presentes.
O prefeito de Madrid, José Luis Martínez-Almeida, elogiou a baixa incidência de acidentes durante o apagão, mas o atropelamento levantou questões sobre a transparência da resposta policial. O acidente não foi registrado nas bases de dados oficiais de Emergências Madrid e da Polícia Municipal, o que gerou preocupações sobre a falta de informações.
Um porta-voz da Polícia Municipal confirmou que o acidente ocorreu, mas não pôde fornecer detalhes, alegando que o relatório oficial poderia levar até dez dias para ser disponibilizado. Essa demora contraria a norma que exige que informações sobre acidentes sejam registradas em até 24 horas. O caso destaca a necessidade de maior transparência e agilidade nas respostas em situações de emergência.
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