Operações para recuperar o superiate “Bayesian”, que afundou na costa da Sicília no verão passado, começaram com dois guindastes flutuantes. O acidente resultou na morte do magnata da tecnologia Mike Lynch, sua filha e mais cinco pessoas. A recuperação, supervisionada pela guarda costeira italiana, pode levar de 20 a 25 dias. Após o barco ser trazido à tona, as autoridades irão investigar a responsabilidade do capitão e de dois membros da tripulação. O iate, que afundou devido a uma forte rajada de vento, tem um mastro de 75 metros que será cortado para facilitar a recuperação do casco, que está a 49 metros de profundidade. Durante o acidente, 15 das 22 pessoas a bordo foram resgatadas, e os corpos de seis pessoas foram encontrados após buscas prolongadas.
Operações de recuperação do superiate “Bayesian” iniciam na Sicília
As operações para recuperar o superiate britânico “Bayesian”, que afundou na costa da Sicília no verão passado, começaram neste domingo. O acidente resultou na morte do magnata da tecnologia Mike Lynch, sua filha e mais cinco pessoas.
A recuperação está sendo realizada por dois guindastes flutuantes, “Hebo Lift 2” e “Hebo Lift 10”, este último um dos mais potentes da Europa. As operações são supervisionadas pela guarda costeira italiana, que também garante a segurança da área. A previsão é que a recuperação leve de 20 a 25 dias.
Após a remoção do iate, as autoridades judiciais irão investigar as causas do naufrágio. O capitão e dois membros da tripulação estão sob investigação por possíveis responsabilidades. O “Bayesian”, de 56 metros de comprimento e 473 toneladas, afundou em 19 de agosto de 2024, aparentemente devido a uma forte rajada de vento.
O acidente resultou na morte de Lynch, sua filha de 18 anos, e outras cinco pessoas, incluindo o presidente do Morgan Stanley International, Jonathan Bloomer, e sua esposa. Durante a operação de resgate, 15 das 22 pessoas a bordo foram salvas, enquanto os corpos dos seis desaparecidos foram encontrados após intensas buscas que se estenderam até 23 de agosto.
Para facilitar a recuperação, o mastro de alumínio de 75 metros, o segundo mais alto do mundo, será cortado. O capitão da guarda costeira, Nicola Silvestri, confirmou que a operação está em andamento e que todos os cuidados estão sendo tomados para garantir a segurança dos envolvidos.
Entre na conversa da comunidade