Luis Fabiano da Silva foi preso novamente após não comparecer a uma audiência de custódia. Ele já havia sido detido por porte ilegal de arma, mas foi liberado após pagar fiança. A polícia investiga Luis Fabiano por planejar um ataque durante o show da cantora Lady Gaga no Rio de Janeiro. A prisão preventiva foi decretada pela juíza Fabiana Pagel, que considerou a gravidade das acusações, mesmo sem encontrar explosivos com ele. A operação da polícia, chamada “Fake Monster”, resultou na apreensão de um adolescente de 17 anos e na identificação de outros suspeitos que planejavam ataques com explosivos e coquetéis molotov. A investigação começou após uma denúncia recebida pelo Disque Denúncia e envolveu a análise de dispositivos eletrônicos apreendidos. O show ocorreu normalmente, e as autoridades continuam a investigar o caso.
O homem suspeito de planejar um ataque a bomba durante o show da cantora Lady Gaga, realizado no último sábado (3) na praia de Copacabana, foi preso novamente nesta segunda-feira (5) no Rio Grande do Sul. Luis Fabiano da Silva, que havia sido detido anteriormente por porte ilegal de arma e liberado após pagar fiança, teve sua prisão preventiva decretada após não comparecer à audiência de custódia.
A juíza Fabiana Pagel, do Núcleo de Gestão Estratégica do Sistema Prisional (Nugesp), considerou que a gravidade das investigações justificava a prisão. Embora não tenha sido encontrado material explosivo com o suspeito, a posse de armas e a investigação por terrorismo foram fatores decisivos. O secretário da Polícia Civil do Rio de Janeiro, delegado Felipe Curi, afirmou que a liberação anterior de Luis Fabiano foi um problema legislativo que precisa ser corrigido.
As investigações indicam que Luis Fabiano liderava um grupo que planejava ataques com explosivos improvisados e coquetéis molotov durante o show. A operação “Fake Monster” resultou na apreensão de um adolescente de 17 anos, que seria o segundo líder do grupo, e na identificação de oito criminosos. A denúncia sobre o plano de ataque foi recebida pela Polícia Civil dez dias antes do evento.
A operação envolveu a execução de quinze mandados de busca e apreensão em nove municípios de quatro estados: Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul e Mato Grosso. Durante as buscas, foram apreendidos dispositivos eletrônicos que estão sendo analisados. Além disso, um outro suspeito foi identificado por ameaçar um bebê durante o show, alegando que a cantora promovia rituais satânicos. Todos os envolvidos são investigados por terrorismo e incitação ao crime.
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