Hoje, na Linha 15-Prata do monotrilho em São Paulo, dois trens apresentaram falhas, obrigando os passageiros a descer e usar uma passarela de emergência. O primeiro trem teve um problema mecânico entre as estações Oratório e São Lucas, por volta das 13h, e os passageiros precisaram desembarcar para pegar outra composição. O segundo trem teve um problema nas portas, o que impediu a viagem. Enquanto aguardavam um terceiro trem, alguns passageiros ficaram assustados com a aproximação dele e acionaram o dispositivo de emergência, retornando à passarela. Apesar do susto, não houve colisão e ninguém se feriu. O sindicato dos Metroviários criticou a falta de um operador no trem, afirmando que, se houvesse um, os passageiros não precisariam ter usado a passarela. O Metrô informou que seguiu todos os protocolos de segurança e que os trens circularam com velocidade reduzida durante o transbordo. Até agora, o Metrô não respondeu à crítica do sindicato.
Falhas em dois trens da Linha 15-Prata do monotrilho em São Paulo causaram transtornos aos passageiros na tarde de hoje. Os usuários foram obrigados a descer e utilizar uma passarela de emergência em duas ocasiões. O primeiro incidente ocorreu entre as estações Oratório e São Lucas, por volta das 13h, devido a uma falha mecânica. Os passageiros tiveram que desembarcar na plataforma para embarcar em outra composição.
O segundo trem apresentou problemas no sistema de fechamento das portas, impedindo a continuidade da viagem. Os passageiros aguardaram a chegada de um terceiro trem, mas alguns se assustaram com a aproximação dele e acionaram o dispositivo de emergência, retornando à passarela. Apesar do susto, não houve colisão e ninguém se feriu.
Críticas e Respostas
O Sindicato dos Metroviários criticou a ausência de operadores nos trens, afirmando que a presença de um operador poderia ter evitado a necessidade de transbordo. Um panfleto da entidade destacou que, com um operador, os passageiros não precisariam caminhar pela passarela de emergência.
Em resposta, o Metrô informou que, entre 13h e 14h, os trens circularam com restrição de velocidade devido ao transbordo. A empresa ressaltou que todos os protocolos de segurança foram seguidos e que os passageiros acionaram o dispositivo de emergência sem aguardar as orientações. Funcionários auxiliaram no processo, garantindo a segurança durante a ocorrência.
Até o momento, o Metrô não se manifestou sobre as críticas do sindicato. O texto será atualizado caso haja novas informações.
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