Um homem de 28 anos fingiu ser voluntário e atacou membros da Congregação Cristã do Brasil em Osasco, na Grande São Paulo. Ele chegou ao templo pedindo água e se misturou aos pedreiros que trabalhavam na reforma. Quando um adolescente de 14 anos saiu para beber água, o homem começou a agredi-lo. Outros dois homens tentaram ajudar, mas também foram atacados com uma inchada. Os membros da igreja conseguiram conter o agressor até a chegada da polícia, que o prendeu em flagrante. As três vítimas foram levadas ao hospital com ferimentos. A polícia investiga o caso, que é mais um ataque a igrejas na região.
Um homem de 28 anos foi preso após atacar membros da Congregação Cristã do Brasil em Osasco, na Região Metropolitana de São Paulo. O incidente ocorreu na noite de segunda-feira (6), quando o suspeito, que se apresentou como voluntário, agrediu um adolescente e outros dois homens com uma inchada.
O criminoso chegou à igreja pedindo água, enquanto uma obra estava em andamento e o coral de jovens ensaiava. O pastor Lucimar Mello relatou que o homem foi recebido pelos membros, que não desconfiaram de suas intenções. Após algum tempo, um jovem de 14 anos saiu para o pátio e foi agredido pelo suspeito, que também atacou os pedreiros que tentaram intervir.
Os fiéis conseguiram conter o agressor até a chegada da polícia, que o prendeu em flagrante. As três vítimas foram levadas ao hospital com ferimentos. A polícia investiga o ataque, que se soma a um aumento recente de violência contra igrejas na região.
Contexto de Violência
Esse ataque é o segundo em poucos dias. No último domingo (4), um porteiro foi esfaqueado na entrada de uma igreja em Carapicuíba, durante um culto. O criminoso, que não foi localizado, atacou o porteiro após uma breve conversa. O caso gerou comoção entre os membros da igreja e está sob investigação da Polícia Civil de São Paulo.
O pastor Lucimar expressou preocupação com a segurança dos frequentadores, afirmando que a comunidade está mais atenta, mas continua a acolher todos. “Infelizmente, o elemento que entrou aqui nós não conhecemos”, disse ele, ressaltando a necessidade de vigilância em tempos de violência.
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