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Mototaxista revela detalhes sobre entrega de ovo de Páscoa envenenado em Imperatriz

Mototaxista que entregou ovo de Páscoa envenenado em Imperatriz (MA) procurou a polícia e levou à prisão de Jordélia, suspeita do crime.

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Duas crianças em Imperatriz (MA) morreram após comer chocolate envenenado, e a suspeita, Jordélia Pereira Barbosa, foi presa. O mototaxista que entregou o ovo de Páscoa envenenado procurou a polícia após ver as notícias sobre as mortes. Ele contou que recebeu instruções de Jordélia para entregar o chocolate à mãe das crianças. Quando a polícia foi atrás dela, Jordélia já havia fugido, mas foi capturada depois. Na sua bagagem, a polícia encontrou perucas e chocolate granulado, que teria sido usado para esconder o veneno. Jordélia admitiu ter enviado os ovos, mas negou ter colocado veneno, dizendo que queria apenas desejar Feliz Páscoa. No entanto, a polícia encontrou uma substância tóxica em sua bagagem, usada em agrotóxicos e raticidas. As investigações indicam que ela agiu com intenção de matar, visando uma pessoa específica, e o Ministério Público acredita que foi por vingança. Se condenada, Jordélia pode enfrentar penas de 12 a 30 anos de prisão por cada crime. A defesa dela afirmou que os fatos serão esclarecidos no processo judicial e que ela nega as acusações.

Duas crianças em Imperatriz, Maranhão, morreram após consumir chocolate envenenado. A suspeita, Jordélia Pereira Barbosa, foi presa após o mototaxista que entregou o ovo de Páscoa procurar a polícia. Ele relatou que recebeu instruções de Jordélia para a entrega do doce.

Ao tomar conhecimento das mortes, o mototaxista ligou os fatos e decidiu se apresentar às autoridades. A polícia localizou Jordélia em um hotel, mas ela já havia fugido. A prisão ocorreu na quinta-feira, nas proximidades de Santa Inês. Durante a abordagem, foram encontradas perucas e chocolate granulado, que, segundo a polícia, disfarçava o sabor do veneno.

Jordélia confessou ter enviado os ovos de Páscoa, mas negou o envenenamento, afirmando que sua intenção era apenas desejar uma Feliz Páscoa. No entanto, peritos encontraram uma substância altamente tóxica em sua bagagem, utilizada em agrotóxicos e raticidas. As investigações indicam que ela agiu com dolo direto, visando uma pessoa específica.

O Ministério Público considera que a ação de Jordélia foi motivada por vingança, o que caracteriza crime por motivo torpe. Se condenada, ela pode enfrentar penas que variam de 12 a 30 anos de prisão por cada crime. A defesa de Jordélia afirmou que os fatos serão esclarecidos no processo judicial e que ela nega as acusações de envenenamento.

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