A Promotoria de Justiça do Consumidor de São Paulo abriu uma investigação sobre a segurança da linha 5-Lilás do metrô, que é administrada pela ViaMobilidade, após a morte de um passageiro, Lourivaldo Nepomuceno, que ficou preso entre o trem e a plataforma na Estação Campo Limpo. Esse acidente ocorreu na segunda-feira e levantou preocupações, já que as estações não possuem sensores de presença que poderiam ter evitado a tragédia. A ViaMobilidade anunciou que instalará esses sensores até o primeiro trimestre do próximo ano. Após o acidente, as empresas de transporte público aumentaram a segurança nas plataformas com barreiras, avisos sonoros e mais funcionários. Além disso, o Tribunal de Contas do Estado deu um prazo de cinco dias para que a concessionária e o governo expliquem o que aconteceu. A ViaMobilidade afirmou que está disposta a colaborar com as investigações.
A Promotoria de Justiça do Consumidor de São Paulo iniciou uma investigação na quarta-feira (7) para examinar a segurança da linha 5-Lilás do metrô, operada pela ViaMobilidade. A ação foi motivada pela morte de um passageiro, Lourivaldo Nepomuceno, de 35 anos, que ficou preso entre o trem e a plataforma na Estação Campo Limpo na segunda-feira (5).
As linhas 5, 8 e 9 do metrô e do trem na capital paulista estão sob a responsabilidade da ViaMobilidade, que administra um total de sessenta estações. Até o momento, nenhuma dessas estações possui sensores de presença, dispositivos que poderiam ter evitado o acidente fatal. Esses sensores são instalados no espaço entre a porta de contenção da plataforma e a do trem.
Medidas de Segurança
Após o incidente, a ViaMobilidade anunciou que a linha 5-Lilás será equipada com os sensores até o primeiro trimestre do próximo ano. No dia seguinte ao acidente, as empresas de transporte coletivo da cidade implementaram medidas de segurança adicionais, incluindo barreiras, avisos sonoros e o aumento do número de funcionários nas plataformas.
A investigação da Promotoria se soma à ação do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP), que concedeu um prazo de cinco dias para que a concessionária e o governo do Estado apresentem esclarecimentos sobre o ocorrido. Em nota, a ViaMobilidade afirmou que está à disposição do TCE e do Ministério Público para fornecer todas as informações necessárias.
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