Flávio Fontes, um velejador brasileiro que trabalhou com o navegador Amyr Klink, foi preso pela Marinha americana por transportar três toneladas de cocaína. Ele aceitou levar as drogas para a Europa e a Ásia em troca de R$ 1 milhão. Em 2021, Flávio usou seu conhecimento de navegação para essa atividade ilegal. Em 2022, ele fez uma viagem com o veleiro, onde embarcou a droga em alto-mar e descarregou no litoral africano, conseguindo voltar ao Brasil sem ser pego. Porém, em uma segunda viagem, foi interceptado e preso. Agora, ele está detido na Flórida e teve sua pena reduzida após colaborar com as autoridades, mas não tem mais advogado e sua família não comentou sobre o caso.
Flávio Fontes, um velejador brasileiro que trabalhou com o navegador Amyr Klink entre 2003 e 2012, foi preso após ser interceptado pela Marinha americana com três toneladas de cocaína. Ele aceitou transportar as drogas em troca de R$ 1 milhão e colaborou com as autoridades, resultando em uma pena reduzida.
Fontes foi apresentado no documentário “O Continente Gelado” em 2005, onde fez parte da tripulação do veleiro Paratii 2. Segundo a esposa de Klink, o navegador não tinha notícias de Fontes desde que trabalharam juntos. As investigações revelaram que, em 2021, ele aceitou a proposta de usar seu conhecimento técnico para transportar drogas para a Europa e Ásia.
A primeira viagem ocorreu em 2022, quando o veleiro partiu vazio de Ilhabela. A droga foi embarcada em alto-mar e descarregada no litoral africano após 36 dias. Fontes conseguiu retornar ao Brasil sem ser detectado, mas logo embarcou em uma segunda missão, que resultou em sua prisão. Na segunda viagem, ele foi interceptado antes de concluir a entrega.
Atualmente, Flávio Fontes está detido em um presídio na Flórida, onde decidiu colaborar com as investigações. Ele não possui mais advogado e sua família não se manifestou sobre o caso. A Marinha americana destruiu o veleiro utilizado para o transporte das drogas.
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