Um vídeo que circulou na internet sobre uma campanha para ajudar uma menina chamada Maria Eduarda, que supostamente tem uma doença rara de pele, foi confirmado como falso. A gravação foi manipulada por inteligência artificial e a campanha é um golpe. O vídeo mostra uma criança pedindo ajuda, mas a identidade dela foi alterada em postagens em diferentes idiomas, onde é chamada de Lily. O bispo Bruno Leonardo aparece no vídeo, mas suas falas foram editadas para dar a impressão de que ele está pedindo doações para a menina. A doença mencionada, epidermólise bolhosa, é real, mas a campanha não é. Além disso, a ONG que supostamente está arrecadando dinheiro não está registrada. A meta da vaquinha virtual é de R$ 55 mil, mas muitos usuários já alertaram que se trata de uma fraude. As autoridades recomendam registrar um boletim de ocorrência e denunciar a situação.
Circula um vídeo falso de uma campanha para arrecadar dinheiro para o tratamento de uma menina chamada Maria Eduarda, que supostamente sofre de uma rara doença de pele. A informação foi confirmada como um golpe, utilizando manipulação por inteligência artificial.
O vídeo apresenta uma criança pedindo ajuda, alegando que sua mãe não tem recursos para o tratamento. A gravação foi alterada digitalmente, e a menina aparece em postagens em diferentes idiomas, sendo identificada como Lily em algumas delas. O conteúdo enganosamente atribui a fala a um bispo, que supostamente pede doações.
A análise do conteúdo revelou que o áudio foi modificado com uma probabilidade de 99,9% de uso de inteligência artificial. O bispo Bruno Leonardo, mencionado no vídeo, não fez qualquer referência à menina ou à campanha em seu discurso original, que aborda o tema da inveja.
A campanha de arrecadação tem uma meta de R$ 55 mil, com R$ 27.170,15 já arrecadados. No entanto, a ONG que supostamente promove a campanha não está registrada em listas oficiais. Comentários em postagens alertam para a fraude.
A Polícia Civil de São Paulo recomenda que vítimas de golpes como esse registrem boletim de ocorrência. Além disso, é aconselhável que os usuários denunciem a situação ao Procon e ao banco ou operadora de cartão de crédito para tentar reverter eventuais perdas financeiras.
Entre na conversa da comunidade