Uma mulher de 31 anos denunciou ter sido estuprada coletivamente em sua casa em Juiz de Fora (MG) após uma festa. Três vigilantes do condomínio e um fotógrafo foram indiciados por participação no crime. O fotógrafo está foragido, enquanto os vigilantes estão presos. A polícia concluiu o inquérito e pediu a prisão preventiva dos suspeitos. A vítima contou que estava sob efeito de bebidas alcoólicas e que o fotógrafo se ofereceu para levá-la para casa. Ele entrou no condomínio com a ajuda dos vigilantes e, após entrar na casa da mulher, a agrediu sexualmente. A polícia obteve imagens de câmeras de segurança que mostram a entrada e saída dos suspeitos. A mulher procurou um hospital, onde exames confirmaram o abuso. A delegada responsável pelo caso, Flávia Granado, informou que a defesa do fotógrafo não se manifestou, mas o advogado dele disse que vai avaliar a possibilidade de entrega. A defesa dos vigilantes não foi encontrada.
Três vigilantes de um condomínio em Juiz de Fora (MG) e um fotógrafo foram indiciados por estupro coletivo. A denúncia foi feita por uma mulher de 31 anos, que relatou ter sido abusada em sua casa após uma festa, enquanto estava sob efeito de bebidas alcoólicas. O crime ocorreu em 7 de abril.
A Polícia Civil de Minas Gerais concluiu o inquérito e solicitou a prisão preventiva dos suspeitos. Os vigilantes estão detidos, enquanto o fotógrafo permanece foragido. Ele responderá por produção de cena de sexo explícito ou pornografia envolvendo vulneráveis, além do estupro de vulnerável.
A investigação revelou que a vítima estava em uma festa com amigas quando o fotógrafo se ofereceu para levá-las para casa. Como a mulher havia bebido, decidiu não dirigir. O fotógrafo levou seu carro e, pouco depois, retornou ao condomínio com os vigilantes. Imagens de câmeras de segurança mostraram a entrada dos homens na residência da vítima.
A mulher acordou sendo violentada por pelo menos dois homens, enquanto outros observavam. Após o abuso, ela procurou um hospital, onde exames confirmaram o crime. A unidade de saúde acionou a Polícia Militar, que deu início às investigações.
A delegada responsável pelo caso, Flávia Granado, destacou a importância da coleta de provas e depoimentos. A defesa do fotógrafo não se manifestou, enquanto a dos vigilantes não foi encontrada. O caso segue em andamento, com a Justiça aguardando a análise dos pedidos de prisão preventiva.
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