Após a morte de um jovem de 19 anos em uma ação da Polícia Militar em Paraisópolis, São Paulo, houve protestos na comunidade, resultando em bloqueios de vias e tentativas de incêndio em ônibus. A Secretaria de Segurança Pública aumentou o policiamento na área após os tumultos. Um adolescente de 17 anos foi apreendido por danificar um ônibus e liberado em seguida. A investigação sobre a morte do jovem continua, com a polícia afirmando que ele foi abordado por suspeita de tráfico de drogas e que não resistiu ao socorro no hospital. Durante a ação, foram apreendidos itens relacionados ao tráfico.
A Secretaria de Segurança Pública (SSP) de São Paulo aumentou o policiamento na favela de Paraisópolis após protestos que ocorreram na noite de segunda-feira, 12 de maio. Os manifestantes se mobilizaram em resposta à morte de um jovem de 19 anos durante uma ação da Polícia Militar no último sábado, 10 de maio.
Os protestos resultaram em bloqueios de vias, incluindo a Avenida Giovanni Gronchi, onde manifestantes tentaram atear fogo em objetos e atacaram pelo menos oito ônibus. O Batalhão de Choque foi acionado para conter a situação, que incluiu barricadas em chamas e correria. Um adolescente de 17 anos foi apreendido por danos a um veículo e liberado após ser levado ao Distrito Policial de Jardim Taboão.
A SSP informou que a abordagem policial ocorreu enquanto os agentes tentavam conter um grupo suspeito de tráfico de drogas. Durante a ação, o jovem foi socorrido e levado ao Hospital Campo Limpo, mas não sobreviveu. Com ele, foram apreendidos drogas, dinheiro, celulares, facas, mochilas e cadernos de contabilidade do tráfico. A investigação sobre o caso segue sob responsabilidade do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa.
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