O programa Profissão Repórter mostrou como uma facção criminosa fez um julgamento secreto que resultou na morte de um jovem de 22 anos chamado Luiz, conhecido como Menor. Ele foi acusado de “talaricagem”, que é quando alguém tenta ficar com a namorada de outra pessoa. O julgamento foi liderado por Robinho, um dos chefes da facção, que foi gravado ameaçando Luiz. O tribunal aconteceu em uma chácara usada para festas. A mãe de Luiz pediu ajuda à facção para encontrar o corpo do filho, que foi encontrado em um canavial. Quinze pessoas foram condenadas pela morte dele. A defesa de um dos réus, conhecido como Magrelo, disse que ele nega qualquer envolvimento com a mãe de Luiz e não reconhece sua voz nas gravações.
O programa Profissão Repórter revelou detalhes sobre a execução de um jovem de 22 anos, identificado como Luiz, após um “tribunal do crime” conduzido por Robinho, uma das lideranças da facção criminosa PCC. O caso ocorreu em uma chácara onde Luiz foi acusado de “talaricagem”, termo utilizado no crime organizado para descrever alguém que se envolve com a parceira de outra pessoa.
Em áudios interceptados pela polícia, Robinho ameaça Luiz e lamenta não ter seguido a hierarquia da facção ao realizar o julgamento. O assassinato foi descrito como um “castigo”, e a defesa de Robinho confirmou que ele é réu confesso. A mãe de Luiz, em busca do corpo do filho, chegou a contatar a facção.
Integrantes do PCC informaram que o corpo estava em um canavial próximo à chácara. A mãe encontrou Luiz no local, mas optou por não gravar entrevista para o programa. Ao todo, quinze pessoas foram condenadas pela morte de Luiz. A defesa de Edivan Murilo, conhecido como Magrelo, negou qualquer envolvimento com a mãe da vítima e afirmou não reconhecer sua voz nos áudios.
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