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Superiate de Mike Lynch afunda na Sicília após tempestade, deixando sete mortos

Iate de Mike Lynch naufragou na Sicília devido a ventos fortes; relatório revela vulnerabilidades desconhecidas e mergulhador morre em operação de resgate.

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O iate Bayesian, de Mike Lynch, naufragou em agosto de 2024 na costa da Sicília, matando sete pessoas, incluindo Lynch e sua filha. Um relatório preliminar revelou que o iate não era seguro para ventos fortes, o que não era conhecido pela tripulação ou pelo proprietário. O barco afundou rapidamente após ser atingido por ventos de mais de 80 mph, enquanto estava ancorado. Durante as operações de recuperação, um mergulhador chamado Rob Huijben morreu em um acidente, possivelmente atingido por detritos. As buscas foram suspensas temporariamente após sua morte, mas foram retomadas sob condições climáticas adversas. A investigação continua para entender melhor as circunstâncias do naufrágio e do acidente com o mergulhador.

O iate Bayesian, de propriedade do bilionário britânico Mike Lynch, naufragou em agosto de 2024 na costa da Sicília, resultando na morte de sete pessoas, incluindo Lynch e sua filha. Um relatório preliminar revelou que a embarcação não estava projetada para resistir a ventos fortes, o que levanta questões sobre a segurança da operação.

O iate de 56 metros afundou rapidamente após ser atingido por ventos de mais de 80 mph (cerca de 130 km/h). O incidente ocorreu na madrugada de 19 de agosto, quando o barco estava ancorado a cerca de 800 metros do porto de Porticello. A tempestade, descrita como um pequeno tornado, pegou a tripulação de surpresa, resultando em uma rápida inclinação do iate e na subsequente inundação.

As operações de recuperação do iate foram interrompidas após a morte do mergulhador Rob Cornelis Maria Huijben Uiben, de 39 anos, que trabalhava na recuperação dos destroços. A causa de sua morte ainda é investigada, mas há indícios de que ele pode ter sido atingido por um fragmento de metal durante os trabalhos subaquáticos.

Vulnerabilidades do Iate

O relatório da Marine Accident Investigation Branch (MAIB) destacou que as vulnerabilidades do iate não eram conhecidas pela tripulação ou pelo proprietário. O documento de estabilidade não mencionava os riscos associados a ventos fortes, o que contribuiu para a tragédia. A investigação revelou que, uma vez que o iate se inclinou além de 70 graus, a situação se tornou irrecuperável.

Na noite do naufrágio, as condições climáticas eram inicialmente calmas, mas uma tempestade se aproximava. O capitão James Cutfield havia instruído a equipe a monitorar a velocidade do vento, que aumentou rapidamente, levando ao desastre. Sete pessoas perderam a vida, incluindo o chef do iate e diretores de empresas renomadas. Quinze pessoas foram resgatadas, incluindo a esposa de Lynch.

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