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Pintor perde dedos em explosão de bomba em casa de ex-militar em Barretos

Pintor sofre amputação de dedos após explosão de bomba em casa de ex-policial em Barretos; investigação está em andamento.

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Um pintor chamado Ronaldo de Oliveira perdeu todos os dedos da mão esquerda após uma explosão enquanto trabalhava na casa de um ex-policial militar em Barretos, São Paulo. Ele foi contratado para pintar e depois limpar o imóvel, onde encontrou uma lata que não sabia conter explosivos. Ao abrir a lata, uma fumaça saiu e, pensando que era um brinquedo, ele a jogou para trás, causando a explosão que o feriu gravemente. Ronaldo ficou internado por dez dias e registrou um boletim de ocorrência contra o proprietário, Ricardo Cardoso de Barros, que se desculpou, mas não ofereceu ajuda após o acidente. A polícia está investigando o caso e coletou fragmentos da bomba para análise.

Um pintor, Ronaldo de Oliveira, sofreu graves ferimentos, incluindo a amputação dos cinco dedos da mão esquerda, após uma explosão em uma casa de um ex-policial militar em Barretos (SP). O incidente ocorreu no final de abril, durante um serviço de pintura e limpeza. A lata que causou a explosão continha explosivos, que Oliveira não reconheceu.

Oliveira foi internado na Santa Casa de Barretos por dez dias e, ao deixar o hospital, registrou um boletim de ocorrência contra o proprietário do imóvel, Ricardo Cardoso de Barros, que se desculpou, mas não prestou assistência após o acidente. A polícia investiga o caso, e fragmentos da bomba foram coletados para análise.

O pintor relatou que foi contratado inicialmente para pintar a casa e, posteriormente, para limpar o imóvel desocupado. Durante a limpeza, encontrou a lata e, pensando que era um brinquedo, decidiu abri-la. “Eu achei que era um brinquedo, fui abrir aquilo lá e começou a vazar uma fumaça”, contou. Ao perceber que a situação era perigosa, ele jogou a lata para trás, momento em que ocorreu a explosão.

O ex-policial afirmou que a lata se tratava de uma bomba de efeito moral. Embora tenha ido ao hospital para se desculpar, não ofereceu ajuda a Oliveira. “Ele não me procurou mais, não me ofereceu ajuda, remédio, mais nada”, disse o pintor. A investigação da polícia continua, e o laudo sobre a natureza do explosivo ainda não foi concluído.

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