Thiago da Silva Folly, conhecido como TH, era um dos líderes do Terceiro Comando Puro na Maré e tinha 17 mandados de prisão. Ele foi morto em uma operação policial, e vídeos de sua vida luxuosa começaram a circular nas redes sociais, mostrando festas e manobras perigosas. Seu funeral atraiu muitos moradores da comunidade, e houve um desentendimento entre sua viúva e uma amante. Durante a cerimônia, o caixão foi fechado sob aplausos, e uma coroa de flores trazia uma mensagem de amor de seus familiares. TH era conhecido por suas festas, como o “Baile da Disney”, que atraía celebridades e era investigado por lavagem de dinheiro. Ele tinha um longo histórico criminal, incluindo a morte de policiais.
Após a morte de Thiago da Silva Folly, conhecido como TH, um dos principais líderes do Terceiro Comando Puro (TCP) na Maré, vídeos de sua vida ostentosa ganharam destaque nas redes sociais. As imagens mostram TH dançando em festas, pilotando um quadriciclo e realizando manobras perigosas. Ele foi morto em uma operação policial na última terça-feira, durante um confronto com mais de 30 traficantes armados.
Os vídeos que viralizaram mostram TH em momentos de celebração, como em um baile funk que ele promovia, conhecido como “Baile da Disney”. O evento era famoso por atrair celebridades e era investigado como uma possível estratégia de lavagem de dinheiro. Em um dos registros, ele aparece cantando e dançando em uma piscina, possivelmente gravado dias antes de sua morte.
Funeral e Controvérsias
O corpo de TH foi velado e sepultado no Cemitério da Penitência, no Caju, na quarta-feira. Moradores da comunidade foram transportados em ônibus fretados para o enterro, que foi marcado por aplausos no momento em que o caixão foi fechado. Uma coroa de flores trazia uma mensagem de amor de seus familiares.
Durante o sepultamento, houve um desentendimento entre a viúva de TH e uma suposta amante, que levou um arranjo floral. TH, que tinha 17 mandados de prisão e 227 anotações criminais, era um dos criminosos mais procurados do estado e estava sob investigação pela morte de dois policiais do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope). Ele chefiava o TCP na Maré desde dois mil e dez, após atuar como segurança de um antigo líder da facção.
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