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Funcionários de pet shop são indiciados por maus-tratos que resultaram na morte de cadela

Funcionários de pet shop em Florianópolis são indiciados por maus-tratos após morte da cadela Nana, que foi enforcada em bancada.

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A Polícia Civil de Santa Catarina indiciou dois funcionários de um pet shop em Florianópolis pela morte da cadela Nana, uma shih tzu, que ocorreu em 8 de maio. A cadela foi deixada amarrada em uma bancada alta e acabou se enforcando. Os funcionários não seguiram o protocolo do local, que previa levar o animal para o canil após o banho. Eles alegaram que Nana ficava ansiosa no canil, mas a Polícia Civil destacou que isso não justifica o que aconteceu. Nana ficou amarrada por quase três horas, sem água ou espaço para suas necessidades. O Conselho Regional de Medicina Veterinária foi informado sobre o caso. O dono de Nana, Eduardo Carvalho Motta, fez uma postagem pedindo justiça, lembrando que encontrou sua cadela morta ao buscá-la no pet shop.

A Polícia Civil de Santa Catarina indiciou, nesta segunda-feira, dois funcionários de um pet shop em Florianópolis pela morte da cadela Nana, da raça shih tzu, ocorrida em 8 de maio. A cadela foi enforcada após ser deixada amarrada em uma bancada alta. Os indiciados responderão pelo crime de maus-tratos qualificados.

De acordo com a investigação, os funcionários deixaram Nana sozinha na bancada, amarrada pelo pescoço com uma corda. A cadela ficou nesse local por quase três horas, sem acesso à água e sem espaço para suas necessidades fisiológicas. Em um momento de agitação, ela caiu e foi enforcada. O protocolo do pet shop previa que os animais fossem levados ao canil após o banho, mas esse procedimento não foi seguido.

A Polícia Civil destacou que o comportamento supostamente agitado da cadela, que foi contestado pelo tutor, não justificava a violação do protocolo de segurança. “Ocorre que o suposto comportamento agitado da canídea, o qual o tutor refuta, não justifica a não observância de protocolo que resguarde a integridade física e psicológica,” afirmou a polícia em nota.

O Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV) foi notificado para tomar as devidas providências. O dono de Nana, Eduardo Carvalho Motta, fez uma publicação em homenagem à cadela, pedindo justiça pela morte dela. Ele descreveu o momento em que encontrou Nana morta, com os olhos esbugalhados e a língua roxa, em uma área fria do pet shop.

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