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Suedna Barbosa Carneiro é presa por liderar esquema de roubo de alianças em SP

Suedna Barbosa Carneiro, a "Mainha do Crime", é acusada de liderar uma quadrilha de roubo de alianças em São Paulo. Polícia recuperou R$ 2,7 milhões em joias.

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Suedna Barbosa Carneiro, conhecida como Mainha do Crime, foi presa recentemente e é acusada de liderar uma rede criminosa que rouba e vende alianças de ouro em São Paulo. Ela é suspeita de financiar assaltos, fornecendo veículos e equipamentos para os criminosos. A polícia recuperou 16 alianças e R$ 2,7 milhões em joias, além de investigar lojas que compravam os itens roubados. A investigação revelou que Suedna ajudava os ladrões, emprestando motos e bolsas para os assaltos. O número de roubos de alianças aumentou 68% no primeiro trimestre de 2025 em comparação com o ano anterior. Os itens roubados eram entregues a Rony Gonçalves, que negociava com joalherias. A polícia também está investigando Douglas Bonetti, dono de uma joalheria que movimentou mais de R$ 90 milhões em quatro anos.

Suedna Barbosa Carneiro, conhecida como Mainha do Crime, foi presa em dezoito de fevereiro e é acusada de liderar uma rede criminosa em São Paulo. Ela é investigada por roubo e comercialização de alianças de ouro, além de financiar assaltos, fornecendo veículos e equipamentos aos criminosos.

A polícia recuperou dezesseis alianças e R$ 2,7 milhões em joias durante a operação. A investigação revelou que Suedna facilitava ações criminosas, emprestando motocicletas e bags para os ladrões. O secretário da Segurança Pública, Guilherme Derrite, destacou que ela é apontada como chefe de uma quadrilha que atua no Itaim Bibi.

Dados alarmantes indicam um aumento de 68% nos roubos e furtos de alianças e anéis no primeiro trimestre de 2025 em comparação ao mesmo período do ano anterior. Os crimes frequentemente começavam com Suedna e seus comparsas abordando vítimas nas ruas. As alianças eram então entregues a Rony Gonçalves, um articulador no comércio de ouro no centro da cidade.

A investigação também alcançou Douglas Bonetti, proprietário da Dimi Joias, que movimentou mais de R$ 90 milhões em quatro anos. A polícia identificou onze lojas suspeitas de receber itens roubados e cancelou os CNPJs de três estabelecimentos clandestinos. A operação continua em andamento, com a polícia aprofundando as investigações sobre a rede de receptação.

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