Patrick Velinton Salomão, conhecido como Forjado, é um dos líderes do PCC que está em liberdade. Ele foi investigado recentemente por um plano de sequestro do senador Sérgio Moro, mas foi absolvido novamente. Forjado, de 44 anos, já foi inocentado de várias acusações desde 2020, incluindo sequestro e organização criminosa. Em 2020, o Gaeco pediu sua prisão, mas a Justiça não aceitou. Na Operação Sequaz, em março de 2023, a Polícia Federal encontrou evidências de que ele estava em contato com membros da facção, como Janeferson Aparecido Mariano, que foi preso. Os promotores afirmaram que Forjado é um dos poucos representantes da Sintonia Final do PCC, responsável por passar ordens da cúpula. Apesar das provas, ele foi absolvido novamente. O promotor Lincoln Gakiya disse que Forjado continua sendo uma figura importante na organização criminosa. Ele também enfrentou investigações anteriores, como a Operação Decurio, que investigou lavagem de dinheiro da facção. A Bolívia é um refúgio para líderes do PCC, incluindo Forjado e Pedro Luiz da Silva Soares, conhecido como Chacal, que são essenciais para as operações do PCC no Brasil.
Patrick Velinton Salomão, conhecido como Forjado, é um dos principais líderes do PCC em liberdade. Recentemente, ele foi alvo de investigações por seu suposto envolvimento em um plano de sequestro do senador Sérgio Moro, mas foi absolvido mais uma vez.
Forjado, de 44 anos, é considerado um dos principais chefes da facção criminosa. Desde 2020, ele foi absolvido de várias acusações, incluindo sequestro e organização criminosa. O Grupo de Atuação Especial e Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) havia solicitado sua prisão em 2020, mas a Justiça não acolheu as denúncias.
Na Operação Sequaz, em março de 2023, a Polícia Federal descobriu que Forjado estava envolvido em um plano para sequestrar o senador Moro. A investigação revelou que ele mantinha comunicação com membros da facção, incluindo Janeferson Aparecido Mariano, o Nefo, que foi preso em conexão com o caso.
Os promotores afirmaram que Forjado era um dos poucos representantes da Sintonia Final do PCC, responsável por transmitir ordens da cúpula da facção. Apesar das evidências, ele foi novamente absolvido das acusações. O promotor Lincoln Gakiya, que acompanha o caso, destacou que Forjado continua a ser uma figura central na organização criminosa.
Além disso, Forjado já enfrentou outras investigações, como a Operação Decurio, que apurou um esquema de lavagem de dinheiro da facção. A Bolívia se tornou um refúgio para líderes do PCC, incluindo Forjado e Pedro Luiz da Silva Soares, o Chacal, outro importante membro da facção. Ambos são considerados fundamentais para a continuidade das operações do PCC no Brasil.
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