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Família luta para liberar corpo de brasileira retido na Espanha após pagamento

Família de Mirian Barbosa enfrenta obstáculos para repatriar seu corpo após assassinato na Espanha, devido à falta de apoio consular brasileiro.

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A família de Mirian Oliveira Barbosa, uma brasileira de 36 anos assassinada pelo marido em Haro, Espanha, enfrenta dificuldades para liberar o corpo dela. O crime aconteceu no dia 25 de abril, após Mirian dizer que queria terminar o relacionamento. O marido foi preso logo após o ato. A família arrecadou R$ 40 mil por meio de uma vaquinha online para o translado do corpo, mas ainda não conseguiu o atestado de óbito, que é necessário para a liberação. Eles tentaram contato com os consulados em Madrid e Barcelona, mas não obtiveram resposta. O corpo foi liberado pelo IML em 13 de junho. A irmã de Mirian, Marina, expressou a frustração da família com a falta de assistência consular. O Itamaraty informou que o atestado de óbito pode ser emitido pelas embaixadas e consulados, mas depende dos trâmites locais. Mirian foi morta com uma facada no pescoço, e a investigação indica que o crime foi premeditado. O casal havia se mudado para a Espanha em busca de melhores condições de vida e, dias antes do assassinato, Mirian havia relatado agressões.

A família de Mirian Oliveira Barbosa, brasileira de 36 anos, enfrenta dificuldades para liberar o corpo da vítima, assassinada pelo marido em Haro, Espanha, no dia 25 de abril. O crime ocorreu após Mirian manifestar a intenção de terminar o relacionamento. O marido foi preso logo após o ato.

Apesar de terem conseguido arrecadar R$ 40 mil por meio de uma vaquinha online para o translado do corpo, a família reclama da falta de assistência consular do governo brasileiro. O atestado de óbito, documento necessário para a liberação, ainda não foi enviado. A irmã de Mirian, Marina Barbosa, relatou que tentaram contato com os consulados em Madrid e Barcelona, mas não obtiveram resposta.

O corpo de Mirian foi liberado pelo IML na terça-feira, 13 de junho. “Estamos desolados. Já foi uma luta para conseguir o dinheiro. Agora, enfrentamos esse problema com o atestado de óbito”, desabafou Marina. A família buscou ajuda do governo por conta própria, mas sem sucesso.

Na semana passada, o Itamaraty afirmou que o atestado de óbito é um dos documentos que podem ser emitidos pelas embaixadas e consulados. A chancelaria destacou que pode prestar orientações gerais e apoiar os familiares, mas depende dos trâmites locais.

Mirian foi morta com uma facada no pescoço, e a investigação aponta que o crime foi premeditado. O casal havia se mudado para a Espanha em busca de melhores condições de vida, deixando São Paulo há um ano. Marina contou que, dias antes do assassinato, Mirian havia relatado agressões e manifestado a intenção de terminar o relacionamento.

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