É falso que o presidente Lula tenha sugerido que a população consuma carne de jumento. Essa desinformação surgiu nas redes sociais a partir de uma reportagem de 2014 sobre uma proposta de um promotor de Justiça de Apodi, no Rio Grande do Norte, que sugeriu essa carne como uma solução para o abandono de animais. O promotor, Sílvio Ricardo Brito, ofereceu um almoço com pratos feitos de carne de jumento para promover a ideia, mencionando que, se a aceitação fosse boa, o alimento poderia ser servido em presídios e nas escolas, mas sem obrigar ninguém. A proposta gerou polêmica e críticas de grupos de defesa dos animais. Atualmente, o abate de jumentos é um tema controverso, com a carne sendo exportada para o Vietnã e o couro para a China. O Ministério da Agricultura não respondeu sobre a prática até o fechamento da matéria.
É falso que o presidente Lula tenha sugerido o consumo de carne de jumento pela população. A desinformação circula nas redes sociais, utilizando um trecho de uma reportagem de 2014 sobre uma proposta de um promotor de Justiça de Apodi, no Rio Grande do Norte, sem qualquer ligação com o governo federal.
A confusão surgiu a partir de uma comparação entre a proposta do promotor, Sílvio Ricardo Brito, e uma declaração de campanha de Lula sobre a picanha. A reportagem original, veiculada pela TCM Notícia, não tinha relação com o atual governo. O promotor sugeriu o consumo de carne de jumento como uma solução para o abandono de animais, que gerava acidentes nas estradas.
Sílvio Brito ofereceu um almoço na cidade com pratos feitos de carne de jumento para promover a ideia. Ele mencionou que, dependendo da aceitação, o alimento poderia ser servido em presídios e até na merenda escolar. “Vamos trabalhar para ver como conseguimos inserir esse alimento a outros públicos, mas sem obrigar ninguém a nada”, afirmou o promotor.
A proposta gerou polêmica e críticas de organizações de defesa dos animais. Atualmente, o abate de jumentos é controverso, com a carne sendo exportada para o Vietnã e o couro para a China. O Ministério da Agricultura e Pecuária não respondeu aos questionamentos sobre a prática até o fechamento desta matéria.
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