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Metrô de SP reforça segurança com mais agentes após tragédia com passageiro

Após a morte de um passageiro no Metrô de São Paulo, medidas de segurança são intensificadas com mais agentes e barreiras nas plataformas.

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Lourivaldo Ferreira Silva Nepomuceno, de 35 anos, morreu em um acidente na Estação Campo Limpo da Linha 5-Lilás do Metrô de São Paulo no dia 6 de maio, ao ficar preso entre a porta do trem e a da plataforma. Após o incidente, o Metrô decidiu aumentar o número de agentes nas estações mais movimentadas e começou a instalar barreiras de proteção nas plataformas da Linha 5-Lilás, com a primeira já colocada na estação Capão Redondo. Essas barreiras, feitas de um material especial, visam eliminar o espaço entre o trem e a plataforma. A ViaMobilidade, que opera a linha, informou que Lourivaldo tentou entrar no trem mesmo com os alarmes acionados e que as portas têm sensores que impedem a partida com elas abertas, mas não há sensores no espaço entre a porta do trem e a da plataforma.

O Metrô de São Paulo implementou novas medidas de segurança após a morte de Lourivaldo Ferreira Silva Nepomuceno, de 35 anos, ocorrida em 6 de maio. O passageiro ficou preso entre a porta do trem e a da plataforma na Estação Campo Limpo da Linha 5-Lilás.

Em resposta ao acidente, a companhia aumentou o número de agentes nas estações de maior fluxo, especialmente nas linhas 2-Verde e 3-Vermelha, durante os horários de pico. Esses agentes, que foram deslocados de outras funções, têm como objetivo auxiliar na orientação dos passageiros. A empresa informou que esses profissionais foram contratados por meio de licitação em 2021 e 2024.

Além do aumento de agentes, o Metrô iniciou a instalação de barreiras de proteção nas plataformas da Linha 5-Lilás. A primeira estrutura foi implementada na estação Capão Redondo, com o objetivo de eliminar o vão entre o trem e a porta da plataforma. As barreiras, conhecidas como Gap Fillers, são feitas de polímero e têm interior metálico. No total, 3.500 unidades foram encomendadas para todas as 17 estações da linha.

A ViaMobilidade, responsável pela operação da Linha 5-Lilás, afirmou que Lourivaldo tentou entrar no vagão mesmo após os alarmes visuais e sonoros. A empresa destacou que as portas dos trens possuem sensores que impedem a partida com as portas abertas, mas não há sensores no espaço entre a porta da plataforma e a do trem.

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