Três pessoas foram presas em São Paulo nesta terça-feira, 20, por suspeita de ajudar a trazer metanfetamina do cartel de Sinaloa, no México, para o Brasil. A droga, conhecida como cristal, chegava ao país por encomendas postais dos Estados Unidos. A Polícia Federal informou que a operação prendeu os suspeitos e cumpriu cinco mandados de busca. A investigação começou em fevereiro, após a prisão de duas pessoas que receberam encomendas com a droga. Os presos vão responder por tráfico internacional de drogas e organização criminosa, com penas que podem chegar a 25 anos.
Três pessoas foram presas em São Paulo nesta terça-feira, 20, sob suspeita de envolvimento na logística de entrada de metanfetamina no Brasil. A droga, produzida pelo cartel de Sinaloa, chegava ao país por meio de encomendas postais dos Estados Unidos.
A operação da Polícia Federal (PF) incluiu o cumprimento de cinco mandados de busca e apreensão. Segundo a PF, o grupo criminoso era responsável por aliciar receptadores e intermediários para armazenar e distribuir a metanfetamina, que é conhecida por sua forma cristalina.
As investigações começaram em fevereiro de dois mil e vinte e três, após a prisão de duas pessoas que teriam recebido encomendas com a droga. Essas prisões foram baseadas em um inquérito da Agência de Investigações de Segurança Interna dos Estados Unidos (Homeland Security Investigations – HSI).
O cartel de Sinaloa é uma das maiores organizações criminosas do mundo, com conexões em diversos países, incluindo o Brasil. O líder do cartel, Joaquín Archivaldo Guzmán Loera, conhecido como “El Chapo”, está preso nos Estados Unidos, onde cumpre pena perpétua.
Os presos desta terça-feira não tiveram suas identidades divulgadas. Eles responderão pelos crimes de tráfico de drogas internacional e organização criminosa, com penas que podem chegar a até quinze anos e dez anos, respectivamente. Agravantes podem aumentar ainda mais essas penas.
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