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Trump reduz investimentos em monitoramento de desastres naturais e gera preocupações

Corte de recursos e pessoal ameaça a preparação dos EUA para um grande terremoto na zona de subducção Cascadia, com riscos alarmantes.

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Cientistas estão preocupados com a possibilidade de um grande terremoto na zona de subducção Cascadia, que vai da Califórnia até a Colúmbia Britânica. Eles alertam que um terremoto de magnitude 9.0 pode acontecer nos próximos 200 anos, podendo causar 13.800 mortes e mais de 100.000 feridos. A situação é ainda mais grave porque a preparação para desastres naturais nos EUA está sendo prejudicada por cortes de pessoal e restrições orçamentárias da administração Trump. Esses cortes afetam a manutenção de sensores de terremotos e tsunamis, que são essenciais para detectar desastres com antecedência. A rede de 800 sismógrafos na costa oeste é crucial, mas a falta de recursos dificulta sua manutenção. Além disso, os centros que monitoram tsunamis e vulcões também estão enfrentando problemas, pois a NOAA, que faz alertas de tsunamis, opera com equipes reduzidas e tem dificuldades para modernizar seus sistemas. A previsão de erupções vulcânicas em lugares como o Havai e o Alasca exige vigilância constante, mas a falta de cientistas disponíveis pode piorar a situação. Também há preocupações com tempestades solares, que podem afetar redes elétricas e sistemas de comunicação, e o Centro de Previsão de Tempo Espacial da NOAA, já com uma equipe pequena, pode sofrer mais cortes, o que compromete a resposta a esses eventos.

Cientistas alertam para a iminência de um grande terremoto na zona de subducção Cascadia, que se estende da Califórnia até a Colúmbia Britânica. A previsão é de que um evento de magnitude 9.0 possa ocorrer nos próximos 200 anos, com potencial para causar 13.800 mortes e mais de 100.000 feridos, segundo a FEMA. A situação é alarmante, pois a preparação para desastres naturais nos EUA está em risco devido a cortes de pessoal e restrições orçamentárias implementadas pela administração Trump.

Os cortes afetam diretamente a manutenção de sensores de terremotos e tsunamis, essenciais para a detecção precoce de desastres. Harold Tobin, professor da Universidade de Washington, destaca que a rede de 800 sismógrafos na costa oeste é vital para monitorar tremores. No entanto, a falta de recursos e a burocracia crescente dificultam a manutenção desses equipamentos. “Estamos já subpreparados para esses eventos”, afirma Corina Allen, ex-líder do programa de tsunamis do Serviço Nacional de Meteorologia.

Impacto nos Programas de Monitoramento

Os centros de monitoramento de tsunamis e vulcões também enfrentam dificuldades. A NOAA, responsável por alertas de tsunamis, já opera com equipes reduzidas e enfrenta desafios para modernizar seus sistemas de alerta. Allen ressalta que a redução de pessoal torna o país mais vulnerável a desastres, o que pode ter consequências devastadoras para as populações costeiras.

Além disso, a previsão de erupções vulcânicas em locais como o Kilauea, no Havai, e o Great Sitkin, no Alasca, exige uma vigilância constante. A falta de cientistas disponíveis para monitorar essas atividades pode agravar a situação em caso de crises. A pressão sobre as equipes é intensa, e a incerteza sobre o futuro dos programas de monitoramento de desastres naturais é crescente.

Riscos de Tempestades Solares

Os riscos não se limitam à Terra. Tempestades solares, que podem afetar redes elétricas e sistemas de comunicação, também estão em ascensão. O Centro de Previsão de Tempo Espacial da NOAA, com uma equipe já reduzida, pode enfrentar mais cortes, comprometendo a capacidade de resposta a esses eventos. A situação atual levanta preocupações sobre a segurança e a preparação dos EUA para enfrentar desastres naturais em um futuro próximo.

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