Thiago Crevelloni, um programador brasileiro, teve uma experiência difícil durante sua viagem pela Patagônia. Ele saiu de Curitiba com a intenção de chegar a El Calafate, mas seu carro atolou na neve. Depois de tentar desatolar o veículo sem sucesso, ele decidiu caminhar 24 km em busca de ajuda. Com temperaturas em torno de -2 graus e a sensação térmica ainda mais fria, ele enfrentou muito frio e cansaço. Após cinco horas de caminhada, ele começou a delirar e desmaiou na neve, mas foi resgatado por uma viatura policial que chegou após sua amiga, preocupada com sua falta de notícias, ter contatado as autoridades. Os policiais o ajudaram com água e comida e o levaram ao hospital para um check-up. Thiago se recupera agora em El Calafate, enquanto seu carro foi retirado no dia seguinte. A ação rápida de sua amiga e da polícia foi fundamental para seu resgate.
Thiago Crevelloni, um programador brasileiro, enfrentou uma situação extrema durante sua viagem pela Patagônia. Ele partiu de Curitiba com o objetivo de percorrer 800 km até El Calafate, mas seu carro atolou na neve, forçando-o a caminhar 24 km em busca de ajuda.
A jornada começou na manhã de sábado, quando Crevelloni deixou Perito Moreno. O GPS o desviou para uma estrada secundária, a Rota 29, que estava praticamente intransitável devido à neve. Após 20 km, a situação se agravou com a nevasca, e seu carro ficou preso em uma duna de neve. “Fiquei completamente preso, com as rodas dianteiras para cima,” relatou ele. Sem conseguir mover o veículo, ele tentou desatolar o carro, mas o frio intenso e o cansaço o impediram.
Percebendo que estava isolado e distante da estrada principal, Crevelloni decidiu caminhar. “Entrei em pânico, pensei que poderia morrer congelado,” afirmou. Com temperaturas em torno de -2 graus, a sensação térmica era ainda mais severa. Ele pegou uma mochila com água e partiu, mesmo com a luz do dia se esvaindo rapidamente.
Resgate
Após cinco horas de caminhada, Crevelloni começou a delirar devido ao frio e à exaustão. Ele desabou na neve, mas conseguiu se levantar ao avistar uma luz se aproximando. Era uma viatura policial que o resgatou após sua amiga María, preocupada com sua falta de notícias, contatar as autoridades. “Senti um alívio que não consigo descrever,” disse ele sobre o momento do resgate.
Os policiais forneceram água e comida, além de levá-lo ao hospital para um check-up. “Foi uma experiência extrema que deixou marcas em mim,” concluiu Crevelloni, que agora se recupera em El Calafate. O veículo foi recuperado no dia seguinte por um caminhão de reboque. A rápida ação de sua amiga e da polícia foi crucial para que ele pudesse contar essa história.
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