A Cedae paralisou o Sistema Guandu para manutenção na terça-feira, afetando o abastecimento de água em várias cidades do Rio de Janeiro e Baixada Fluminense. A manutenção foi concluída às 19h40, mas a normalização do abastecimento pode levar até 72 horas. A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) suspendeu as aulas devido à falta d’água. A Cedae informou que a captação e o tratamento da água foram retomados gradualmente. As concessionárias Águas do Rio, Iguá e Rio+Saneamento estão realizando melhorias no sistema e recomendam que os consumidores armazenem água e evitem tarefas que exijam alto consumo até que o abastecimento seja regularizado.
A Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro (Cedae) anunciou a conclusão da manutenção no Sistema Guandu, realizada na terça-feira, às 19h40. A interrupção do abastecimento afetou diversas cidades do Rio de Janeiro e da Baixada Fluminense. A normalização do fornecimento de água pode levar até 72 horas.
A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) suspendeu as aulas na Escola Politécnica e na Escola de Química devido à falta d’água. A UFRJ informou que as cisternas da Cidade Universitária ainda estão em processo de enchimento. A normalização do abastecimento depende da recuperação total da produção de água tratada pela Cedae.
Durante a paralisação, a Cedae executou obras de modernização, incluindo a instalação de macromedidores, que aumentam a precisão na medição do volume de água. O diretor de Saneamento e Grande Operação da Cedae, Daniel Okumura, destacou a importância dessas melhorias para evitar paradas emergenciais e garantir a eficiência do sistema.
As concessionárias responsáveis pela distribuição de água, Águas do Rio, Iguá e Rio+Saneamento, estão realizando melhorias em suas áreas de atuação. A Águas do Rio, que atende o Centro e as zonas Norte e Sul, informou que cerca de 40 serviços foram realizados durante a paralisação. A normalização do abastecimento será gradual e pode demorar mais em áreas elevadas.
A Iguá prioriza o abastecimento de serviços essenciais, como unidades de saúde e ensino, enquanto a Rio+Saneamento aproveita o período para realizar intervenções em seu sistema. Ambas as concessionárias recomendam que os consumidores armazenem água para necessidades básicas e adiem tarefas que demandem alto consumo até a regularização do sistema.
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