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Servidor federal é preso por filmar mulheres e trocar vídeos por conteúdo impróprio

Servidor do Ministério da Cultura é preso por capturar e divulgar imagens íntimas de mulheres sem consentimento. Investigação revela esquema desde 2017.

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Um servidor público de 39 anos do Ministério da Cultura foi preso no Distrito Federal por gravar e compartilhar imagens íntimas de mulheres sem consentimento. As investigações mostraram que ele armazenava vídeos desde 2017, usando câmeras escondidas em banheiros, um estúdio de dança e locais públicos. O caso foi descoberto pela namorada do suspeito, que encontrou o material e denunciou à polícia. Um mandado de busca foi cumprido em sua casa em 13 de outubro. Entre as vítimas estão ex-namoradas, amigas e familiares. Os vídeos eram distribuídos em aplicativos de mensagens e sites pornográficos, e o suspeito oferecia o material a outros criminosos em troca de imagens de necrofilia. A polícia não deu mais detalhes, e a defesa do servidor não foi localizada.

Um servidor público federal de 39 anos, vinculado ao Ministério da Cultura, foi preso preventivamente no Distrito Federal por envolvimento em um esquema de captação e divulgação de imagens íntimas de mulheres sem consentimento. As investigações revelaram que o suspeito armazenava e catalogava vídeos desde 2017, utilizando câmeras escondidas em diversos locais.

Os crimes foram descobertos pela então namorada do servidor, que encontrou o material e denunciou o caso à Polícia Civil. Um mandado de busca e apreensão foi cumprido na residência do suspeito no dia 13 de outubro. O nome do acusado não foi divulgado, e a investigação segue sob sigilo.

Entre as vítimas estão ex-namoradas, amigas e até familiares do servidor. Ele utilizava câmeras ocultas em banheiros de sua casa, em um estúdio de dança e em locais públicos. Os vídeos eram armazenados e distribuídos em aplicativos de mensagens e sites pornográficos. Segundo relatos, o material era oferecido a outros criminosos no Telegram em troca de acesso a imagens de necrofilia.

A Polícia Civil não forneceu mais detalhes sobre o caso, e o GLOBO não conseguiu localizar a defesa do servidor. O espaço permanece aberto para manifestações.

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