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Polícia Federal cancela voo de companhia que se recusou a embarcar cachorro

Voo da TAP com 288 passageiros é impedido de decolar no Rio por disputa sobre cão de suporte emocional; passageiros aguardam solução.

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Um voo da TAP, com 288 passageiros, não conseguiu decolar do Rio de Janeiro para Lisboa devido a um problema com o embarque de um cão de suporte emocional. A Polícia Federal impediu a decolagem porque a companhia não seguiu uma decisão judicial que permitia o embarque do animal. A tripulação da TAP não deixou a passageira levar seu cachorro de 35 kg na cabine, alegando que ele não tinha o certificado necessário e não acompanhava uma pessoa com deficiência. O voo, que deveria sair às 16h35, teve que voltar todos os passageiros para o terminal. A TAP ainda não remarcou a viagem e acomodou os passageiros que não moram no Rio em hotéis. A opção de transportar o animal no bagageiro foi oferecida, mas a passageira não aceitou. A Polícia Federal e a passageira não comentaram sobre o caso, que gerou desconforto entre os passageiros.

Um voo da TAP, com 288 passageiros, que deveria partir do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro (Galeão) para Lisboa, foi impedido de decolar neste sábado (24) devido a uma disputa envolvendo o embarque de um cão de suporte emocional. A Polícia Federal interveio após a companhia aérea não cumprir uma liminar que permitia o embarque do animal.

A situação ocorreu quando a tripulação da TAP se recusou a permitir que a passageira embarcasse com seu cachorro de 35 kg na cabine. Segundo Carlos Antunes, diretor da TAP para o Brasil, o animal não estava acompanhando um deficiente e não possuía o certificado exigido pela empresa. A companhia alegou que permitir o embarque violaria seu manual de operações de voo.

Desdobramentos

O voo, programado para decolar às 16h35, teve que retornar todos os passageiros ao terminal. A TAP ainda não remarcou a viagem, que estava quase cheia, e informou que realocou a tripulação e os passageiros que não residem no Rio em hotéis. A opção de transporte do animal no bagageiro foi oferecida, mas a passageira recusou.

A Polícia Federal, que impediu a decolagem, não se manifestou sobre o caso até o momento. A passageira envolvida na situação também não foi localizada para comentar o ocorrido. A situação gerou desconforto entre os passageiros, que aguardam uma solução para o impasse.

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