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Ex-marido confessa feminicídio e oculta corpo de mulher no Rio Tietê em São Paulo

Carlos Ribeiro confessou ter assassinado a ex-mulher, Amanda Almeida, por ciúmes. Ele e o irmão foram presos e buscas pelo corpo continuam.

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Amanda Almeida, de 31 anos, foi assassinada pelo ex-marido Carlos Ribeiro, com quem tinha três filhos e estava separado há dois meses. Carlos confessou o crime, alegando que agiu por ciúmes após Amanda se encontrar com um ex-namorado. Ele e seu irmão foram presos por feminicídio e ocultação de cadáver, e as buscas pelo corpo de Amanda continuam. A vítima, que já participou de um programa de TV, desapareceu em Osasco e foi vista pela última vez quando chegou em casa. Câmeras de segurança registraram Carlos e seu irmão saindo da casa com um objeto que parecia ser uma pessoa enrolada em um lençol. Carlos afirmou que esganou Amanda e pediu ajuda ao irmão para esconder o corpo. A polícia investiga o caso e busca o corpo na Barragem Edgard de Souza, suspeitando que ele tenha sido jogado no Rio Tietê. Amanda havia sofrido agressões de Carlos, mas nunca registrou boletim de ocorrência para proteger os filhos. O advogado da família de Amanda pretende pedir a guarda dos netos.

Amanda Almeida, de 31 anos, foi assassinada pelo ex-marido, Carlos Ribeiro, em Osasco, na Grande São Paulo. O crime ocorreu após uma discussão motivada por ciúmes, quando Amanda se encontrou com um ex-namorado. Carlos confessou o feminicídio e foi preso, junto com seu irmão, Fernando Ribeiro, por ocultação de cadáver.

Amanda e Carlos participaram juntos do programa “Minha Mulher que Manda”, exibido no Domingo Legal, do SBT, antes da separação, que ocorreu há dois meses. Eles tinham três filhos, que não estavam em casa no momento do crime. A amiga de Amanda, Dayane Andrade, descreveu a vítima como uma mulher alegre e cheia de vida.

As investigações indicam que Carlos esganou Amanda e, em seguida, chamou Fernando para ajudar a esconder o corpo. Câmeras de segurança registraram os irmãos saindo da casa da vítima com um lençol, que supostamente continha o corpo. As prisões preventivas foram decretadas pela Justiça, e os irmãos foram indiciados por feminicídio e ocultação de cadáver.

Buscas pelo Corpo

As buscas pelo corpo de Amanda continuam na Barragem Edgard de Souza, em Santana de Parnaíba. A polícia suspeita que o corpo tenha sido jogado no Rio Tietê. Amanda era promotora de eventos e trabalhava como bartender em festivais. Apesar de ter sofrido agressões de Carlos, ela nunca registrou boletim de ocorrência, temendo pela segurança dos filhos.

O advogado da família de Amanda, Gelson Oliveira, planeja solicitar a guarda definitiva dos netos para a mãe da vítima. A principal hipótese para o crime é vingança, motivada por ciúmes, após Amanda ter se encontrado com um ex-namorado. O homem confirmou o encontro e relatou que Amanda havia mencionado as agressões sofridas.

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