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Mesquita abandonada em Jacarepaguá revela mistérios e histórias intrigantes

Mesquita abandonada em Jacarepaguá gera insegurança e mistério; moradores pedem soluções para o local, que abriga usuários de drogas e criminosos.

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Uma mesquita abandonada na Estrada de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, preocupa os moradores da região. Construída na década de 1980 por Ahmad Moukhtar Zein, a mesquita não é usada pela comunidade muçulmana e se tornou um local perigoso, abrigando usuários de drogas e criminosos. A estrutura, que tem uma fachada em mármore e uma cúpula grande, está tomada pelo mato e com janelas quebradas. A porta principal está trancada, e o interior está cheio de pichações. Moradores, como Jeane Morais, relatam que já ocorreram crimes no local e pedem soluções, mas não há informações claras sobre quem é o responsável pela construção. Mohamed Zeinhom Abdien, da Sociedade Beneficente Muçulmana do Rio de Janeiro, explica que a mesquita foi feita por um árabe falecido e que a comunidade não participou do projeto. Ele menciona que a localização foi escolhida por expectativas de crescimento, mas a distância dos muçulmanos levou ao abandono. A prefeitura não confirmou a situação do terreno, que pode ser uma invasão, e a Secretaria de Desenvolvimento Urbano informou que o imóvel é privado, mas não revelou quem são os donos. A falta de clareza sobre a situação da mesquita continua a gerar preocupação entre os moradores.

Um terreno na Estrada de Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio, abriga uma mesquita abandonada desde a década de 1980. A construção, erguida por Ahmad Moukhtar Zein, está cercada de mistérios e se tornou um ponto de preocupação para os moradores locais. Recentemente, relatos indicam que o local tem sido utilizado como abrigo para usuários de drogas e criminosos.

A mesquita, com sua fachada em mármore e uma cúpula imponente, foi inaugurada em 13 de novembro de 1983. Apesar de sua arquitetura peculiar, a construção está tomada pelo mato e as janelas estão quase todas quebradas. A porta principal, trancada com uma corrente, impede o acesso ao interior, onde pichações e um desenho de minaretes marcam o abandono.

Os moradores da região expressam preocupações com a segurança do local. Jeane Morais, de 50 anos, relata que já ocorreram crimes dentro da mesquita e considera o abandono um risco para a comunidade. A falta de informações sobre os responsáveis pela construção dificulta a busca por soluções.

Mohamed Zeinhom Abdien, presidente da Sociedade Beneficente Muçulmana do Rio de Janeiro, afirma que a obra foi realizada por um árabe que já faleceu, sem a participação da comunidade muçulmana. Ele destaca que a localização foi escolhida por expectativas de crescimento, mas a distância dos potenciais frequentadores levou ao abandono.

A prefeitura não confirmou a situação jurídica do terreno, que, segundo Abdien, poderia ser uma invasão. A Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Licenciamento informou que o imóvel é de propriedade privada, mas não revelou quem são os atuais donos. A falta de clareza sobre a situação da mesquita e a ausência de ações para revitalizá-la continuam a gerar inquietação entre os moradores da área.

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